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Após colocar Mancha Verde de joelhos, Paulo Nobre recebe prêmio inestimável

O dia 13 de março de 2013 será sempre lembrado pelo presidente Paulo Nobre, do Palmeiras, pelo recebimento público de um prêmio inestimável.

Após cortar as benesses da facção criminosa Mancha Verde, assistiu de camarote a mesma “torcida”, além de outras facções, implorarem, de joelhos, humilhados, como tem que ser, pelo retorno das ações de facilitação provenientes do clube.

Sabem, os criminosos, que sem a benevolência do Palmeiras, todos deixarão de existir, consumidos pela própria inexpressividade.

Nobre bateu o pé, e disse que não vai ajudar.

Manteve firme uma posição elogiável, que deveria servir de exemplo a outros clubes, alguns deles que tem até delegado de polícia no comando, embora este sequer saiba digitar um Boletim de Ocorrência.

O ato nobre de Paulo desencadeou a ira da bandidagem, que, numa patética Nota Oficial, desprovida de conhecimentos básicos da língua portuguesa, partiram para a agressão verbal.

Poupando os leitores deste espaço de tamanha imbecilidade, jornalisticamente separamos um trecho, dos mais risíveis, dentro do postado pela criminosa Mancha Verde:

“(…) Por sua inexperiência e covardia, (Nobre) ataca a maior torcida do seu clube! E simplesmente jogou a Mancha contra todos os torcedores do Palmeiras. Entendemos que o acontecido nos cabe muita reflexão e vergonha, mas não somos criminosos e não aceitamos ser achincalhados por um presidente iludido e querendo levantar bandeira de revolucionário as nossas custas!”

Os “torcedores” acertam apenas no que diz respeito a inexperiência de Nobre, que o levou a cometer equívocos como o de trazer Brunoro para o clube, mas erram clamorosamente ao julgá-lo covarde.

Alcunha esta que serve exatamente aos que, em bando, costumam assaltar, matar, roubar e até agredir jogadores de futebol.

Com relação a autodenominação “maior torcida do clube”, a insignificante Mancha Verde não corresponde sequer a ínfima parcela da imensa maioria de palmeirenses, trabalhadores, pais de família, verdadeiros torcedores apaixonados pelo clube, não pelo que o Palmeiras pode lhes fornecer.

Gente que compra seus ingressos, paga suas viagens e compra camisa do clube, não da criminalidade.

Paulo Nobre, novamente de parabéns, deveria imprimir o manifesto delinquente e colocar num quadro, representação que é de um de seus maiores acertos, verdadeiro prêmio pela sua atuação como presidente do Palmeiras.

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