Na última semana, o São Paulo foi mais uma das vítimas do descaso dos governantes com a população da cidade.
Terá que arcar com prejuízo de R$ 2 milhões para reconstruir parte de sua sede, deteriorada pelas recentes enchentes, frutos da incompetência da Prefeitura paulistana.
Órgão este que estava nas mãos de um prefeito, Gilberto Kassab, intimamente ligado a dois conselheiros do clube, Marco Aurelio Cunha e Aurélio Miguel.
Pois é.
Na tentativa de conseguir os recursos necessários para as obras de reconstrução do que houvera sido destruído, em vez de pedir para o São Paulo procurar os responsáveis pelos estragos, Cunha veio com a “brilhante” ideia de cobrar uma manutenção extra dos associados do clube.
Ou seja, a vítima pagando por ter sido prejudicada.
Um absurdo.
Bem, deixando agora de lado as ideias dignas de “Bobos da Corte”, bem que o Imperador Juvenal Juvêncio poderia agora fazer valer o triste apoio que concedeu publicamente ao novo prefeito, Fernando Haddad, cobrando-lhe a fatura dos estragos.

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