Jornalista do “cafezinho” tem honra avaliada em R$ 3 mil
Desconhecido vendedor de matérias comemorou que o judiciário estipulou o valor de sua “honra” em R$ 3 mil.
Acima do que vale, certamente, mas ainda assim, constrangedor.
Menos, porém, do que recebe de dirigentes de um clube de São Paulo para conseguir pagar o almoço.
Esta sim, verdade absoluta, e que, independentemente de qualquer decisão judicial, é conhecida de todos os que frequentam bastidores do esporte.
Não há papel que tire do porco o desejo de chafurdar na lama.

