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Ministério Público/MG investiga esquema entre BMG e Atlético, que também funciona no Corinthians

Na última semana, o Ministério Público de Minas Gerais solicitou a Justiça a quebra de sigilo bancário e fiscal de dirigentes do Atlético/MG e também do BMG, o banco do Mensalão.

Entre os investigados estão Alexandre Kalil, presidente do Galo, Ricardo Guimarães, dono do BMG, Nelio Brant, ex-diretor do BMG e do banco Rural e também o emblemático Hissa Elias Moyses.

O esquema consistia, segundo o MP, em operações de empréstimos com juros acima do mercado, feitos pelo BMG ao Galo.

No momento de quitar a pendencia, subtraia-se a diferença de juros de mercado com o cobrado oficialmente e os participes do acordo dividiriam o que sobrasse.

Está na hora do Ministério Público de São Paulo também começar a agir.

Esquema semelhante, e também com a utilização de um dos indiciados pelo MPMG, Hissa Elias Moyses, como intermediário, foi realizado no Corinthians.

O clube tomou R$ 30 milhões do BMG, a juros também acima do mercado, e ainda, além disso, pagou 5% de comissão ao citado dirigente do BMG.

Valores estes que foram rateados, com a parte dos dirigentes corinthianos, Andres Sanches, inclusive, sendo depositada na conta do “olheiro” Mauro “Van Basten”, funcionário do clube.

Há gravações que citam o acordo abertamente, e, certamente, o mesmo procedimento de quebra de sigilo, realizado em Minas Gerais, serviria para elucidar muitas coisas em São Paulo.

No link abaixo você tem áudios com transcrições citando as ações de algumas “personalidades” indiciadas pelo MPMG

http://blogdopaulinho.com.br/2012/10/19/a-relacao-nem-tao-oculta-entre-corinthians-e-o-banco-do-mensalao/

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