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Empresários de futebol são prepostos de dirigentes no Brasil

A verdade sobre a negociação de prêmios aos jogadores do Palmeiras

Recentemente, em entrevista, o empresário de jogadores José Fuentes declarou que sua profissão existe apenas porque dirigentes de futebol permitem.

Nas entrelinhas, quem conhece os bastidores de negociações esportivas sabem bem que boa parte desses intermediários serve de preposto para que gente do próprio clube possa ganhar dinheiro sem ser notado.

Razão pela qual há sempre o empresário “fulano de tal” ligado a um clube “x” ou “y”.

Exemplos não faltam.

Carlos Leite negociava no Corinthians para facilitar a vida de Andres Sanches e seus seguidores, e no Vasco, dividindo lucros com Roberto Dinamite.

Agora, com a efetivação de Pelaipe, no Flamengo, encontrou novo ponto de venda, com parceiro antigo da época de Grêmio.

Franck Henouda sempre foi sócio de Fernando Carvalho, no Internacional, período em que assinou diversas transações pelo dirigente.

E por ai vai.

Se os clubes quisessem, de fato, eliminar com a ação dessas personalidades, bastaria negociarem uns com os outros, até porque tecnologia é o que não falta nos dias de hoje para viabilizar as tratativas.

O grande problema é que a maioria dos dirigentes utiliza-se do clube como fonte de sobrevivência, e, pelo fato dos cargos não serem remunerados, teoricamente não poderiam auferir lucro de suas respectivas entidades.

E, para que isso possa ocorrer – e de fato ocorre – faz-se o clube perder uma fortuna em pagamentos de comissões que poderiam ser economizadas, apenas para que, na sequencia, os valores sejam divididos entre facilitador e facilitado.

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