Advertisements

Corinthians empata, sem honra. Barcos dá esperança para o Palmeiras

Em respeito a sua história gloriosa, o Corinthians deveria ter entrado no gramado do Pacaembu com sua formação principal, evitando assim que outras equipes fossem prejudicadas pela sua falta de entrosamento.

Não o fez.

Em nenhum momento fez corpo mole, mas evidentemente facilitou a vida do adversário sem a presença em campo de seus principais jogadores.

O resultado de um a um, justo, deu um ponto ao Bahia, que pode fazer diferença no computo final do campeonato, fato este que poderia ter sido evitado, ou não, com a formação titular corinthiana.

A equipe baiana iniciou a partida buscando o campo de ataque, embora quase sempre tropeçasse em sua própria mediocridade.

Tanto que o primeiro lance digno de nota foi corinthiano, aos 9 minutos, numa batida da intermediária de Welder, bem defendida por Marcelo Lomba.

O Corinthians já dominava o jogo quando, de maneira imbecil, Danny Morais derrubou Guilherme dentro da área, aos 10 minutos, em penalti muito bem cobrado e convertido por Douglas.

Daí por diante o que se viu foi um marasmo de mau futebol, com um perde e ganha no meio de campo daqueles chatos de se assistir.

Somente aos 29 minutos o Timão voltou a criar boa oportunidade, após cruzamento de Guerrero, complementado de peixinho por Martinez, com boa defesa do arqueiro da boa terra.

Meio sem jeito, três minutos depois, Kleberson bateu falta com chuveirinho na área, Fahel se antecipou à marcação e cabeceou bem, para o chão, empatando o marcador.

A segunda etapa começou com o Corinthians no ataque, enquanto o Bahia, precavido, procurava apenas se defender.

Logo aos 9 minutos, Marcelo Lomba fez grande defesa em chute de Guilherme, no rebote Guerrero mandou para as redes, mas a arbitragem anulou marcando impedimento que realmente existiu.

Aos 18 minutos Anderson Polga arriscou de longe e a bola passou rente ao travessão.

Após o 20º minuto, aproveitando-se de um relaxamento alvinegro na partida, o Bahia equilibrou um pouco mais as ações, e vez por outra incomodava no contra-ataque.

Equilíbrio este que foi mantido até o final – embora, numa saída de bola, Cassio quase tenha entregado a rapadura, aos 46 minutos –  num resultado que não foi de todo ruim para o Bahia, mas suficiente para aproximar a equipe do Palmeiras, que venceu o Cruzeiro por dois a zero, dois gols do argentino Barcos, e está agora quatro pontos atrás, deixando a luta pela permanecia na primeira divisão um pouco mais emocionante.

Advertisements

Facebook Comments

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Open chat
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
%d blogueiros gostam disto: