Lula: das “greves” à chantagem

Não é surpresa alguma para quem acompanha a verdadeira trajetória de vida do ex-presidente Lula – não a fantasiada pelo marketing e bancada por um exercito de xiitas imbecilizados pelo discurso partidário – sua ação criminosa ao tentar chantagear o Ministro do Supremo, Gilmar Mendes.

Ao tentar trocar a condenação certa de seus parceiros no Mensalão, fato que, evidentemente, lhe trará problemas na imagem, por não contar possíveis irregularidades de Ministros do STF, Lula demonstrou claramente sua imoralidade.

Tentou, novamente, encobrir os roubos e desvios de uma quadrilha de “companheiros”, da qual era, quase que certamente, um dos “chefões”, e demonstrou também omissão para com a cidadania, ao não divulgar crimes que insinuou saber, mas que utilizaria como moeda de troca.

E esse texto não se trata de uma defesa de Gilmar Mendes, a quem não temos, por sinal, o menor apreço, mas da exposição do imundo bastidor daqueles que sobrevivem no lamaçal político brasileiro, à custa da ignorância popular e do famoso “toma-lá-dá-cá.”

Não temos dúvida alguma de que ambos, Mendes e Lula, sabem o que dizem saber, ou seja, os podres segredos de cada instituição, porém, o Ministro perdeu uma grande oportunidade, seja por medo ou precaução, de dar imediata voz de prisão ao ex-metalurgico, que desde sempre enganou seus seguidores vendendo greves para uma empresa de automóveis, nos anos 80.

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