Nem a FIFA sabe os detalhes sobre o “Fielzão”

Enquanto Luis Paulo Rosenberg, vice presidente do Corinthians, ex-Midas do Banco Panamericano, garantiu ao Conselho do clube que o “Fielzão” terá 65 mil lugares, a custo de pouco mais de R$ 800 milhões, relatório da FIFA, publicado na “FOLHA”, anda um tanto quanto descrente da informação.

Diz que não há valores finais definidos nem para o estádio, nem a certeza da capacidade sugerida.

Rosenberg, com a habilidade nata dos “encantadores de serpente”, diz que está tudo bem, e que as arquibancadas móveis serão as últimas a serem tratadas comercialmente.

Ou seja, não se sabe ainda quem pagará, clube, Prefeitura ou Estado, nem se, de fato, o negócio será interessante, já que, feito às pressas, na última hora, claramente sairá mais caro.

Talvez até seja essa uma das intenções.

Com relação ao custo da obra, sabemos bem que diversos valores foram “aprovados” no Conselho, e nenhum deles sequer passou perto de ser cumprido.

Espanta a FIFA não ter certeza ainda desse item, que já deveria ter sido tratado, além da analise feita – no mesmo relatório – da não certeza nem de como será realizado o financiamento.

É realmente muita obscuridade para um grupo que se autodenomina como “Renovação e Transparência”, mas que esconde contratos, orçamentos e modifica a “verdade” a cada descoberta de discurso não cumprido.

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