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Estelionatário não consegue dinheiro e passa a difamar oposição corinthiana

A presença do “171 do Vale do Paraíba” na campanha oposicionista de Paulo Garcia à presidência do Corinthians foi imposta pelo candidato a vice-presidência, Osmar Stabile, como uma das condições para que as chapas fossem unidas.

Garcia, que já teve contenda judicial contra o estelionatário jornalista, relutou, mas foi convencido por parte de seu grupo a ceder.

Porém, o “golpista” não teria cargo em caso de vitória da chapa nas eleições.

Sua rejeição, gigantesca, até entre correligionários de seu principal entusiasta, Stabile, era fator suficiente para posicioná-lo nas sombras do poder, em busca de eventuais migalhas que pudessem surgir.

São composições políticas abominadas por este espaço, e que também ocorreram na campanha do Delegado, obrigado também a engolir desafetos, com o André Negão e Mané da Carne que, diga-se de passagem, ficaram sem cargos na gestão.

Bem, o fato é que após a chapa oposicionista negar pedido de quantia substancial do “171” para realizar campanhas publicitárias, este passou a jogar contra, plantando notinhas na imprensa, como as que estão sendo publicadas nos últimos dias.

Um presente de grego, ou de vice, que deve reposicionar muitas coisas – e pessoas – num grupo que promete, desde já, apoiar boas decisões do novo presidente, porém, manter-se em sentinela para eventuais desvios de conduta da gestão.

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