O COB precisa mudar

É com imensa satisfação que não apenas o esportista brasileiro, mas também as pessoas de bem, recebem a notícia da possível queda de Carlos Nuzman do COB.

Ser humano que se acha acima do bem e do mal, com diversas denúncias de desonestidade, atrasou o desenvolvimento do esporte de massa no Brasil em décadas.

Além disso, sua promessa de transformar o país em potência olímpica nem de longe ficou perto de ser atingida.

Ou seja, sua administração foi um verdadeiro fiasco.

Mas o problema continuará a existir se o próximo representante, confirmando-se a saída do ditador, for alguém com suas idéias e costumes, muito provável, levando-se em consideração o sistema atual do COB, que praticamente impede a formação, a curto prazo, de novas vertentes políticas.

Somente um bom administrador com visão social ampla conseguirá mudar o estado das coisas, diferentemente de um cartola profissional, que só pensa em política, reeleições, conchavos, etc.

Tomara o COB aproveite essa oportunidade para sair das trevas do imperialismo e proporcione ao enorme contingente de pessoas, ávidas pelo mundo do esporte, melhores condições para que possam  praticá-lo.

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4 Comentários

  1. A notícia não é tão boa assim, Paulinho. O Nuzman foi jubilado por idade (completará 70 anos e pelas novas regras do COI deverá deixar seu cargo compulsoraimente) e vai conseguir impor uma marionete em seu lugar.

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