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Protógenes Queiroz passa vergonha nas redes sociais

O deputado Delegado Protógenes Queiróz está, a cada dia, no intuito de beijar as mãos de seus “parceiros” políticos, tornando-se mais ridículo nas redes sociais.

Em vez de explicar a seus eleitores os motivos que o levaram a não indiciar Andres Sanches no caso MSI – e depois aceitar seu apoio – e também a falta de sua assinatura na lista da CPI de Ricardo Teixeira, prefere inventar factóides orquestrados por seus mentores.

Fala da falsa proibição ao livro “A Privataria Tucana”, dizendo não encontrá-lo nas livrarias, mesmo sabendo que a edição já está esgotada.

Até a ridícula expressão “PIG”, criada pelo jornalista que fez reverência a Edir Macedo, é utilizada por Protógenes, na tentativa de iludir os menos avisados.

Confesso que ao observar sua atuação, recentemente, começo a desconfiar de muitos de seus interesses em investigações anteriores.

Mesmo naquelas pela qual, aparentemente, agiu a favor da população, como na prisão do banqueiro Daniel Dantas.

Será que os equívocos cometidos pelo delegado durante o processo, encontrados depois pelo STF, que propiciaram a soltura do réu em questão, teriam realmente sido meros excessos ?

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31 comentários sobre “Protógenes Queiroz passa vergonha nas redes sociais

  1. Kassab Lambedor de Toras

    É corinthiano essa bosta aí, credibilidade zero… maloqueiro safado

  2. Dr. Vurgo - O Original

    MOÇÃO DE APOIO A DR. FRANCISCO TERRA AZAINHO

    Este Doutor que escreve neste festejado espaço juntamente com Rogério Roz, Rabugento, Punga, Piruca, Teobaldo, Cabeça, Semente de Buxa e cia. LTDA, vem a Público manifestar total apoio a Dr. Francisco Terra Azainho na Edição da Trilogia em Face da Pleiâde do Bem (sic), para trazer neste espaço repleto de verdades, a farsa que é esta Corja de Severiano Castro, Liderada por Eratostenes, Andrade Neto e Joe Magno…

    Informa ainda que este Subscritor fomentará a parte financeira, operacional e Logística deste projeto.

    Subscreve

    Dr. Vurgo – O Original

  3. Luiz Henrique

    E senhor prostatogenes a cada dia mais me envergonho de ter dado meu voto em um bosta de gamba! e chego a desconfiar de suas falsas investigações que não deram em nada somente votos!
    povo um deputado que dependeu do TIRIRICA para se eleger, cuidado com o futuro.

  4. Pedro Paulo Martorano

    Paulinho
    O “Best Seller”(?) “A Privataria Tucana” está à venda na Saraiva e não está esgotado, pois vi muitos exemplares em várias Megastores da rede. A história dos 15.000 exemplares vendidos é um pouco estranha e difícil de ser comprovada.

  5. DR.FRANCISCO TERRA

    É com muita honra que vejo meu nome ladeado a tão célebres pessoas de bem, pessoas essas, que de fato, fazem a diferença numa sociedade justa.
    E é na semana de Natal que quero presentear o Blog de Paulinho com aquela já consagrada fórmula de sucesso…. e se voces pensaram em trilogia, acertaram !!!
    Ainda mais com todo o aporte financeiro e logíistico concedido a mim pelo sempre parceiro Dr Vurgo, um rapaz de fé e de altas responsabilidades.
    Portanto, Blog de Paulinho… Descansem e aguardem, pois papai Noel chega mais cedo esse ano com presentes para satisfazer voce e toda sua família !!!

    DR.FRANCISCO TERRA. BRAÇO FORTE. MÃO AMIGA.

  6. Thor_Palmeirense

    Protogenes é da mesma laia dos petralhas, faz o jogo do PT e dos esquerdopatas da política.

    Um lacaio do Lula, uma figura asquerosa, que tenta vender uma imagem de justiceiro das esquerdas,

    não passa de vigarista que faz alianças com outros vigaristas como o Taxinha, Kia, Zé Dirceu e outros canalhas da esquerda brasileira

    esquerda só no nome pois são iguais ao pessoal da antiga direita corrupta como o Sarney que o Lula defende, Renan Calheiros Collor etc.

    Sobre o livreco do PT

    Nada temos a fazer ou falar do Amaury não passa de fabricante de dossiês fajutos, é chutar cachorro morto.

    A PETRALHADA está em extase, em orgasmo galático, do tipo buraco negro. São mesmos umas antas.

    Com todo respeito a burrice do autor e dos editores, mas “Privataria Tucana” é um título que só atrai a petistas e petelhos e esquerdopata.

    Desculpem-me, mas quem segue a petralhada é burro, sim.

    Preferia que não fossem, assim o País estaria em boa posição e a população não sofreria de tantas carências.

    Minha nossa, documentos oficiais são: – d-o-c-u-m-e-n-t-o-s l-e-g-a-i-s. Atenção seguidores de petralhas: desvio de dinheiro público, roubo não é feito com DOCUMENTOS OFICIAIS.

    Não prova nenhuma que Serra se beneficiou da privatizações, até alguns petralhas menos burros já reconheceram.

    Se estas denuncias do livro do Amaury são verdadeiras, então por que os petralhas se deram tanto trabalho ao montar dossiês falsos contra os tucanos?

    Essa camarilha do PT e simpatizantes não aprendem nunca, ô corja suja e corrupta.

  7. Bruno Camargo

    Pare vai, excessos? ele só usou a tudo disponível, excesso é dar dois habeas corpus em 48 para um crime em flagrante.
    Mas td bem, só não venha amanha falar de bom jornalismo e autonomia pq se tem uma coisa que esse blog está mostrando é que ele tem lado.

  8. Kléber

    Privataria Tucana, pra um monte de lixo e de denuncias infundadas o livro tá e deixando muitas aves picudas sem dormir.

    Ah se esse país fosse sério…

  9. Antonio Rodrigues

    Anthor, faz tempo que eu não passo por aqui. Da ultima vez que aqui estive o estádio do Timão não iria sair do papel, o terrreno na frente do PSJ seria tomado pela Prefeitura, o time do Corinthians iria cair para a segundona. Pois é, tudo mudou, tudo o estádio está saindo, o terreno continua nosso, o timão é PENTA, porém, porém uma coisa não mudou,você Anthor,que antes um analfabeto de carteirinha de repente mudou a escrita, e como? Passou a roubar textos de outras matérias, de outros partícipes em outra revistas e jornais. Escolheu os leitores da InVeja, do “revoltado reinaldo azedo”. Se alguém quiser perder um tempinho e ir até lá e ver por ex. que grande parte do que está escrito acima é de um tal de “anônimo”, o resto deve ser de outro, porque você jamais conseguiria escrever dois parágrafos sem cometer três de erros infantis. Parece que roubar textos de outrem é uma doença sua, incurável.
    Saudações Penta e texto próprio.

  10. Jose de Adonis Silva

    Se a moda pegar vai ter livro sobre tudo, imaginem um livro sobre o Ze Dirceu, outro sobre o Lulla, vai dar um pouco mais de trabalho não devem existir documentos legais e registrados em cartório sobre eles, eles são profissionais não são amadores. Vi hoje uma estoria sobre o navio que o Lulla tanto berrava nos nossos ouvidos, esta para afundar e vai ter q ser rebocado para ser reformando no exterior. Acredito que soh esta rebocagem valha mais que o que o super livro fala que foi roubado nas privatizações que tiraram o pais do atraso. Estamos lascados com estes esquerdistas, fora PT!

  11. CARLOS SMITH

    Protógenes Queiroz é tão esperto que largou da primeira esposa e foi atrás da herdeira do Credit Suisse.

    Se este tinha acesso a todos dados bancários dos cabeças da operação Satiagraha, imaginem como pode utiliza-las.

  12. Marcão Sorocaba

    Se não fosse esse cidadão o Cara de Areia Mijada já estária tirando cadeiam, é tudo farinha do mesmo saco , mais como nesse país infelizmente o mal está sempre vencendo o bem, isto é mais uma prova da lama em que estamos atolados………………….Tenho 35 anos e infelizmente , creio que nem os netos do meu sobrinho verão este país decente no que se refere a politíca……….

    Marcão Sorocaba

  13. Alexandre Alves, filho da puta, abusado sexualmente pelo pai

    Cara, larga de ser burro e vai se foder

    Alienado filho da puta

  14. Wiliam Junior

    João Bobo, leia, se é que você já aprendeu, a própria manchete do Estadão de domingo que diz que os documentos apresentados no livro foram conseguidos na CPI do Banestado.

    E para desespero seu e de toda essa corja reacionária, racista e elitista o livro encontra-se com a sua segunda edição esgotada em apenas 10 dias da sua publicação, são 50 mil exemplares vendidos.

  15. Wiliam Junior

    Caro orelhudo, se você duvida recorra a própria livraria da Folha que traz o livro como o mais vendido.

  16. Wiliam Junior

    Ao contrário do que os ignorantes pensam, PHA não criou o temo PIG, apenas ajudou a difundá-lo.

  17. Gad Cohen

    Pq a midia paulista é tucana, elitista e direitista ate a medula. (Folha, Estado, Veja e cia ltda) sem falar da TV.
    Ouse falar mal do Serra pra ver o que acontece com a cabeça do jornalista. Um caso classico foi do Erodoto Barbeiro que criticou os pedagios do Serra …com os menos famosos a coisa é ainda mais grave ….
    E voces viram o Boni confessando que ajudou o Collor? e o Dr Roberto Marinho deu claras ordens pra manipular o debate a favor dele na ocasiao ….
    Me surpreende alguem que diz que estudou Comunicação Social não notar claramente o partidarismo e manipulação da midia claramente a favor dos tucanos …

  18. Gad Cohen

    Safatle na Folha: mensalão tucano, Alstom e Privataria

    Saiu na Folha (*) artigo de Vladimir Safatle:

    O inimigo da moral

    O maior inimigo da moralidade não é a imoralidade, mas a parcialidade.

    O primeiro atributo dos julgamentos morais é a universalidade. Pois espera-se de tais julgamentos que sejam simétricos, que tratem casos semelhantes de forma equivalente. Quando tal simetria se quebra, então os gritos moralizadores começam a soar como astúcia estratégica submetida à lógica do “para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei”.

    Devemos ter isso em mente quando a questão é pensar as relações entre moral e política no Brasil. Muitas vezes, a imprensa desempenhou um papel importante na revelação de práticas de corrupção arraigadas em vários estratos dos governos. No entanto houve momentos em que seu silêncio foi inaceitável.

    Por exemplo, no auge do dito caso do mensalão, descobriu-se que o esquema de corrupção que gerou o escândalo fora montado pelo presidente do maior partido de oposição. Esquema criado não só para financiar sua campanha como senador mas (como o próprio afirmou em entrevista à Folha) também para arrecadar fundos para a campanha presidencial de seu candidato.

    Em qualquer lugar do mundo, uma informação dessa natureza seria uma notícia espetacular. No Brasil, alguns importantes veículos da imprensa simplesmente omitiram essa informação a seus leitores durante meses.

    Outro exemplo ilustrativo acontece com o metrô de São Paulo. Não bastasse ser uma obra construída a passos inacreditavelmente lentos, marcada por adiamentos reiterados, com direito a acidentes mortais resultantes de parcerias público-privadas lesivas aos interesses públicos, temos um histórico de denúncias de corrupção (caso Alstom), licitações forjadas e afastamento de seu presidente pela Justiça, que justificariam que nossos melhores jornalistas investigativos se voltassem ao subsolo de São Paulo.

    Agora volta a discussão sobre o processo de privatização do governo FHC. Na época, as denúncias de malversações se avolumaram, algumas apresentadas por esta Folha. Mas vimos um festival de “engavetamento” de pedidos de investigação pela Procuradoria-Geral da União, assim como CPIs abortadas por manobras regimentais ou sufocadas em seu nascedouro. Ou seja, nada foi, de fato, investigado.

    O povo brasileiro tem o direito de saber o que realmente aconteceu na venda de algumas de suas empresas mais importantes. Não é mais possível vermos essa situação na qual uma exigência de investigação concreta de corrupção é imediatamente vista por alguns como expressão de interesses partidários. O Brasil será melhor quando o ímpeto investigativo atingir a todos de maneira simétrica.

  19. Gad Cohen

    Saiu na Folha (*) artigo de Vladimir Safatle:

    O inimigo da moral

    O maior inimigo da moralidade não é a imoralidade, mas a parcialidade.

    O primeiro atributo dos julgamentos morais é a universalidade. Pois espera-se de tais julgamentos que sejam simétricos, que tratem casos semelhantes de forma equivalente. Quando tal simetria se quebra, então os gritos moralizadores começam a soar como astúcia estratégica submetida à lógica do “para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei”.

    Devemos ter isso em mente quando a questão é pensar as relações entre moral e política no Brasil. Muitas vezes, a imprensa desempenhou um papel importante na revelação de práticas de corrupção arraigadas em vários estratos dos governos. No entanto houve momentos em que seu silêncio foi inaceitável.

    Por exemplo, no auge do dito caso do mensalão, descobriu-se que o esquema de corrupção que gerou o escândalo fora montado pelo presidente do maior partido de oposição (Eduardo Azeredo -PSDB). Esquema criado não só para financiar sua campanha como senador mas (como o próprio afirmou em entrevista à Folha) também para arrecadar fundos para a campanha presidencial de seu candidato.

    Em qualquer lugar do mundo, uma informação dessa natureza seria uma notícia espetacular. No Brasil, alguns importantes veículos da imprensa simplesmente omitiram essa informação a seus leitores durante meses.

    Outro exemplo ilustrativo acontece com o metrô de São Paulo. Não bastasse ser uma obra construída a passos inacreditavelmente lentos, marcada por adiamentos reiterados, com direito a acidentes mortais resultantes de parcerias público-privadas lesivas aos interesses públicos, temos um histórico de denúncias de corrupção (caso Alstom), licitações forjadas e afastamento de seu presidente pela Justiça, que justificariam que nossos melhores jornalistas investigativos se voltassem ao subsolo de São Paulo.

    Agora volta a discussão sobre o processo de privatização do governo FHC. Na época, as denúncias de malversações se avolumaram, algumas apresentadas por esta Folha. Mas vimos um festival de “engavetamento” de pedidos de investigação pela Procuradoria-Geral da União, assim como CPIs abortadas por manobras regimentais ou sufocadas em seu nascedouro. Ou seja, nada foi, de fato, investigado.

    O povo brasileiro tem o direito de saber o que realmente aconteceu na venda de algumas de suas empresas mais importantes. Não é mais possível vermos essa situação na qual uma exigência de investigação concreta de corrupção é imediatamente vista por alguns como expressão de interesses partidários. O Brasil será melhor quando o ímpeto investigativo atingir a todos de maneira simétrica.

  20. Gad Cohen

    O livro é sucesso absoluto pra desespero da tucanada. A blogsfera já o divulgou apesar do silencio da midia/ PIG. **
    Nao se encontra em nenhuma livraria, estive em viagem recente e nada por outras capitais…sucesso absoluto.
    vou encomendar o meu pela internet.
    Você ja leu Paulinho?
    A proposito todas denuncias no livro foram obtidas de forma legal e estão fartamente a disposiçao de todos que investigassem a fundo ….
    Em breve vem CPI da Privataria ai….adeus Serra 2014!

    (**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

  21. Gad Cohen

    CPI da Privataria Tucana será protocolada com mais ‘força política’
    Protóneges Queiroz passa mais um dia atrás de deputados antes de entrar com pedido nesta quarta. Com mais assinaturas, tenta evitar engavetamento. Segundo ele, deputados ligados a Aécio Neves apoiam. Rival de José Serra, Aécio diz não ter opinião sobre CPI, nem conversado sobre isso. Para senador que atua com teles e liderou PT com FHC, Justiça é que deveria agir.
    André Barrocal
    BRASÍLIA – O deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) vai protocolar nesta quarta-feira (21), ao meio dia, o pedido de criação de uma CPI da Privataria Tucana, com o propósito de investigar denúncias feitas por um livro homônimo de que teria havido corrupção na venda de estatais no governo Fernando Henrique e de que o ex-ministro José Serra estaria envolvido de alguma forma.

    A intenção inicial do parlamentar era entrar com o pedido nesta terça-feira (20), mas ele preferiu passar mais um dia coletando assinaturas. Por volta das 16h desta terça, dizia ter mais de 200 – o mínimo deveriam ser 171. Quanto mais assinaturas reunir, mais fácil o deputado acha que será conseguir a efetiva instalação da CPI. “O pedido terá mais força política.”

    Protógenes disse ter obtido apoio para criar a CPI inclusive entre tucanos. “Os deputados mais ligados ao núcleo duro do PSDB não assinaram, mas outras mais ligados ao [senador] Aécio [Neves] estão se sentindo liberados [para assinar]”, afirmou.

    Diante da afirmação, a reportagem perguntou ao senador sobre a CPI, depois de ele participar, na Câmara dos Deputados, de um ato da Frente Parlamentar em Defesa das Políticas de Adoção e Convivência Familiar e Comunitária, da qual é um dos coordenadores.

    Qual a opinião do senhor sobre a eventual instalação de uma CPI da Privataria?

    “Não tenho nenhuma. Acho que a Casa tem coisas mais importantes para fazer.”

    O deputado que está colhendo assinaturas disse que está percebendo que deputados ligados ao senhor estão se sentindo liberados para assinar o requerimento.

    “Eu não conheço o deputado que está colhendo as assinaturas. Eu não quero falar sobre esse assunto, eu não tenho nem o que falar, não sei nem o que está acontecendo com isso aí…”

    Mas ele objetivamente disse que deputados ligados ao senhor estão assinando o requerimento.

    “Eu não conversei com ninguém sobre esse assunto.”

    Ao contrário de Aécio Neves, o também senador Walter Pinheiro (PT-BA), parlamentar com atuação ligada a temas na área de telecomunicações desde que era deputado e líder do PT na Câmara no governo FHC, tem opinião sobre uma CPI da Privataria. É contra.

    Para o petista, uma CPI só produziria disputa política, sem gerar consequências práticas pelo que ele entende ter havido de irregular na privatização das teles, ou seja, sem que prejuízos causados aos cofres públicos fossem ressarcidos, sem que culpados fossem presos, sem que atos contrários ao interesse públicos fossem anulados.

    Pinheiro lembra que já há uma série de ações na Justiça, inclusive de autoria dele e advogados do PT como o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) José Antonio Dias Toffoli, contestando procedimentos relativos à venda das teles.

    “Nós não fizemos essas ações porque éramos contra o PSDB, mas contra uma modelagem que entregou o patrimônio público brasileiro a preço de banana”, disse Pinheiro à Carta Maior.

    Na avaliação do senador, uma CPI poderia inclusive atrapalhar o andamento das ações na Justiça, em vez de criar um clima que apressasse decisões no Judiciário. “Ficaria a pecha de que é uma guerra partidária”, disse.

  22. Gad Cohen

    “segundo informações da editora (Geração Editorial), cerca de de 45 mil exemplares já tinham sido vendidos. Uma nova edição, com 70 mil exemplares, está sendo preparada.”
    pano rápido rs

  23. Gad Cohen

    Pior é ter que ler que somos “desavisados e desinformados” rs
    o lance é se informar apenas pelo que a Familia Frias, Marinho e Mesquita querem que saibamos hahahahaha e claro votemos nos candidatos que ELES apoiam …hahahaha
    cada uma viu
    Até minha empregada que tem pré incompleto sabe da manipulação da mídia nacional mas alguns “ispertos” e “intendidos” acham que os outros é que são os tolos por discordarem e verem claramente a manipulação e partidarismo do PIG.

  24. Gad Cohen

    A “faxina” da privataria tucana
    Por Altamiro Borges, no Blog do Miro

    No epílogo do livro “A privataria tucana”, o premiado jornalista Amaury Ribeiro conclama a sociedade a desvendar o que ocorreu no criminoso processo das privatizações das estatais no reinado de FHC:

    *****

    Varrer a sujeira para debaixo do tapete, como se fez tantas vezes, não é mais possível. Não há tapete suficiente para acobertar tanto lixo. O Brasil, que escondeu a escravidão e ainda oculta a barbárie de suas ditaduras, não pode negar aos brasileiros a evisceração da privataria. Quem for inocente que seja inocentado, quem for culpado que expie pela culpa.

    Se isso não acontecer, isto é, se a memória do saque não se tornar patrimônio dos brasileiros, o país poderá repetir esta história, mais cedo ou mais tarde. Não é demais reparar que, na América Latina, estamos atrasados nestas providências. No México, o ex-presidente Carlos Salinas de Gortari – espécie de santo padroeiro da privataria latina – crivado de denúncias de corrupção, saltou em seu jatinho e fugiu para Nova York. Na Bolívia, após privatizar até a água, que entregou à francesa Suez-Lyonnaise des Eaux e à norte-americana Betchel, o “modernizador neoliberal” Gonzalo Sánchez de Lozada foi ejetado do seu trono aos gritos de “assassino” e voou para Miami.

    Tripulando uma razia privatizante que liquidou até mesmo estatais que davam lucro e um processo de concentração de renda que desempregou 30% da população nativa, Carlos Menem virou sinônimo de azar. Na Argentina, as pessoas dizem “Mendéz” para não pronunciar seu nome receando uma catástrofe. No Peru, após aprovar sua segunda reeleição, Alberto Fujimori evadiu-se do país sob acusação de surrupiar US$ 15 milhões do erário e autorizar a execução de dissidentes. Condenado a 25 anos de prisão, Fujimori admitiu, depois, ter concedido propinas – “briberization”, como diria Joseph Stiglitz – o que somou à sua pena mais alguns anos de cadeia.

    (…)

    Resta saber se quem interpreta o Estado Mínimo como uma perversidade ineficaz – aqui ou em qualquer outro lugar – está disposto a fazer valer sua condição cidadã e exigir da Polícia, do Fisco, do Ministério Público e da Justiça que cumpram sua parte. Se jogar uma luz sobre este passado ainda imerso nas sombras, este livro, que termina aqui, terá cumprindo a sua parte. E tudo o que houve terá valido a pena.

    *****

    Maior assalto ao patrimônio público
    O livro de Amaury Ribeiro não é apenas “uma luz sobre este passado ainda imerso nas sombras”. É um canhão de holofotes que devassa os subterrâneos da privatização, “o maior assalto ao patrimônio público da história do Brasil”. É a peça que faltava para entender o que ocorreu naquele período de êxtase neoliberal, de desmonte do estado, da nação e do trabalho.

    Nas suas 343 páginas, um terço delas com documentos oficiais, o livro comprova que a privataria serviu para enricar meia dúzia de empresários, que concentraram ainda mais as riquezas, mas também para desviar recursos públicos para tucanos de alta plumagem, que se utilizaram de mecanismos engenhosos de lavagem de dinheiro e de paraísos fiscais.

    Filha, genro e ex-tesoureiro de Serra
    Fruto de dez anos de investigação jornalística, o livro desvenda “a conexão entre a onda privatizante e a abertura de contas sigilosas e de empresas de fachada nos paraísos fiscais do Caribe, onde se lava mais branco não somente ‘o dinheiro sujo da corrupção’, mas também do narcotráfico, do contrabando de armas e do terrorismo. Um ervanário que, após a assepsia, retorna limpo ao Brasil”.

    Entre os beneficiários do saque, o livro desmascara o falso ético José Serra. Com farta documentação obtida em juntas comerciais, cartórios, Ministério Público e Justiça, ele comprova que seu clã e sua turma realizaram movimentações financeiras sinistras com a grana das privatizações. Surgem os nomes da sua filha, do seu genro, do seu primo e do seu ex-tesoureiro de campanha, entre outros privatas.

    Urgência da CPI da Privataria
    A obra é devastadora. Nos seus 16 capítulos, que serão sintetizados aqui numa série de artigos, fica patente a urgência da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das privatizações, proposta pelo deputado Protógenes Queiroz. É inconcebível que toda esta sujeira fique debaixo do tapete! Em tempos de “faxina”, como alardeia a mídia udenista, é urgente limpar a história do Brasil.

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