Presidente do Corinthians acredita que a construção do “Fielzão” não deve ser fiscalizada

Todas as ações de Andres Sanches e sua cúpula com relação ao endividamento do Corinthians para a construção do “Fielzão” foram tomadas sem o consentimento do Conselho.

Sequer tomaram conhecimento do que se tratava.

Na última semana, críticas justas, de diversos conselheiros, entre ele até o presidente do órgão, coisa rara, foram levadas à mídia.

Romeu Tuma Junior comparou as negociatas com o que se viu no episódio MSI, enquanto Carlos Senger confirmou o não conhecimento do Conselho sobre as decisões envolvendo gastos acima do que fora previsto inicialmente.

Mas é muito pouco.

O presidente corinthiano tem que ser interpelado dentro do clube, não apenas pela imprensa e, se existirem irregularidades – tudo leva a crer que sim – as mesmas sejam debatidas, punidas e novas alternativas postas à mesa.

Sanches, nos bastidores, joga a torcida contra àqueles que querem apenas fiscalizá-lo, temendo ser descoberto.

O discurso é sempre o mesmo, de que “fiscalizar” atrasaria ou até impediria a conclusão das obras.

Paulo Maluf, símbolo dessa prática, ficaria com inveja.

Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.

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