A raposa quer voltar para o galinheiro
Com o nome de Joana Havelange ganhando força para suceder seu pai, Ricardo Teixeira, na próxima eleição da CBF, Andres Sanches, presidente do Corinthians, articula sua permanência no clube após as próximas eleições.
Nada a ver com eleição para a presidência, sabedor que é de que não tem a menor chance de conseguir alterar o estatuto para este fim.
Diferente de outros presidentes de clubes, que possuem maneiras de se sustentarem fora do futebol, o corinthiano vive única e exclusivamente de comissões em negociações de atletas.
Situação que lhe deixaria em maus lençóis após largar o cargo, principalmente porque o poder de barganha de um presidente de clube é bem diferente de um mero empresário de atletas.
É por este motivo que “contratou” a Gazeta Esportiva para lançar um balão de ensaio de seu retorno ao comando da categorias de base alvinegras, local onde iniciou sua vida no Corinthians, obedecendo ordens de desvios de atletas num esquema montado por Nesi Curi.
Seria uma maneira, talvez a única, de conseguir pagar suas contas, tentando manter o padrão financeiro que conseguiu após ser presidente “não remunerado” do Corinthians.
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