O jornalista Carlos Brickmann escreveu uma crítica, no Observatório da Imprensa, sobre um repórter que, segundo ele, teria exposto pessoas em uma boate de Presidente Prudente apenas para prejudicar o presidente do Corinthians.

Não citou o meu nome, mas é evidente para quem foi o recado.

Tenta ainda, em seu relato, ensinar-me como se deve fazer jornalismo.

Brickmann acreditou estar falando de alguém sem memória.

Em primeiro lugar serei obrigado a discordar de sua aula.

A partir do momento em que o atleta chegou atrasado à concentração do clube o fato virou notícia.

Estar acompanhado de seus “patrões” ao infringir o regulamento torna o caso ainda mais passível de ser contado.

Em seu artigo reclama que citei os nomes de quem estava na boate.

Acredito que foi a atitude correta.

Tenho provas do que publiquei.

Pior seria escrever uma crítica a alguém sem citar o nome, como aconteceu com seu artigo.

Brickmann aparentemente não perdeu os hábitos de quando foi assessor de Paulo Maluf.

Até hoje comenta-se nos bastidores políticos que a frase mais nojenta da história da política “Estupra, mas não mata”, é de sua autoria.

Maluf, macaco velho, caiu direitinho.

Quanto a afirmação de que o “repórter” queria prejudicar o presidente do Corinthians, discordo novamente.

A minha função é contar a verdade.

E nem sempre ela é boa para as pessoas citadas.

Somente os atos cometidos por Andres Sanches podem ajudá-lo ou prejudicá-lo.

Minha função é informativa e opinativa.

Não monto cena de crime.

Brickmann especializou-se, também, em inventar inverdades a respeito do jornalista Mino Carta.

Muitos devem ser os interessados.

Por fim, acredito que o jornalista deveria ter deixado claro em seu texto que é assessor de imprensa de KIA JOORABCHIAN.

Para que todos saibam o real objetivo de suas palavras.

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