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Em queda livre

Da Tribuna da Imprensa

http://www.tribunadaimprensa.com.br/

A permanência do “Terceiro tempo”, do Milton Neves, na faixa das 21h dos domingos ainda será algo que irá merecer maiores estudos.

Os índices baixos de agora, segundo se informa, jogam contra.

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16 comentários sobre “Em queda livre

  1. Carlos Almeida

    Coqueluche no passado as mesas redondas nos formatos habituais foram minguando e acabaram ao longo dos tempos tanto que foram parar nas grades de fim de noite. A Band tentou vários apresentadores até o Datena para tentar ressurgir o programa de esportes de domingo a noite em horário nobre. O pessoal que está em casa cansado do esporte, que viu durante a tarde prefere o Fantástico e não liga para programas como o do Milton Neves. Além do mais hoje temos jornalistas torcedores medíocres, que se sujeitam a participar destes programas e das gracinhas, que o apresentador gosta de fazer. Não é como antigamente, que tínhamos pouco mais conceituadíssimos comentaristas que arrsatavam milhares de ouvintes. O único programa que se aguenta é o mesa redonda da Gazeta, pois lá traço é lucro e mantém, pelo menos, a emissora no ar.

  2. kakashi

    Que Beleza Robinho!!E chupa essa manga MN,para Alegria de Paulo Morsa!HAHAHAHAHAHAHAHA..rsrs

  3. Denilson Martins

    SPFC X Inter – Quando estava empatada a partida, o SPFC faz gol legítimo com Dagoberto, o árbitro anula erradamente;

    SPFC X Grêmio – O Grêmio vence por 1 X 0 com um gol absolutamente irregular de Perea, um erro que colocou o SPFC a 11 pontos do líder Grêmio;

    Náutico X SPFC – No primeiro turno, o jogador do Náutico que faz o segundo gol da equipe pernambucana, empurra o marcador do SPFC, antes de chutar para marcar e decretar 2 X 1 no placar para os pernambucanos, detalhe, Aloísio foi expulso de maneira incorreta pelo árbitro, quando estava 1 X 1;

    Sport X SPFC – O jogo terminou 0 X 0, mas Hugo, sofreu pênalti claro, quando se preparava para marcar de cabeça, e é empurrado pelo defensor da equipe campeão da Copa do Brasil;

    Atlético PR X SPFC – O SPFC é prejudicado o jogo todo pelo árbitro, acho que foi o Wágner TArdelli, que não apita pênalti, e marca impedimento num lance em que um Sãopaulino é derrubado dentro da área, as câmeras mostraram que não havia impedimento, na sequência, o zagueiro Aislan, do Tricolor, é expulso, por uma jogada, onde ele nem toca no atacante do Furacão, e para piorar, recebe mais dois jogos de suspensão pelo isento “STJD”.

    Ano passado foi legal, Hugo cuspiu, levou 120 dias, Bosco simulou ser atingido por uma pilha e levou vários jogos, mas jamais procuraram saber quem atirou a pilha no gramado, curiosamente, no jogo desse ano pelo Brasileiro no parque antártica entre o Tricolor e o Palmeiras, uma pilha foi arremessada em campo, o árbitro relatou, mas o arremesador foi identificado e preso, é muito estranho.

    BENEFÍCIOS AO SUJO, NAZIFACISTA E DESONESTO PALMEIRAS:

    TROCENTOS PÊNALTIS

    EXPULSÕES ESCANDALOSAS DE JOGADORES DO INTER NO PRIMEIRO TURNO, PARA BENEFICIAR AS PERQUETES.

    NÃO EXPULSÃO DE KLÉBER NO JOGO CONTRA O GRÊMIO, QUANDO O CANALHA QUE JOGA NO TIME CANALHA DO PALMEIRAS DESFERIU MAIS UMA COTOVELADA NO JOGADOR GREMISTA.

    NÃO EXPULSÃO DE DIEGO SOUZA NO JOGO DAS PERIQUETES CONTRA O CRUZEIRO, QUANDO O TAMBÉM CANALHA ATLETA QUE JOGA NO TIME CANALHA E FRESCO DAS PERIQUETES. O SAFADO FICOU EM CAMPO E FEZ O GOL DA VITÓRIA ROUBADA DO TIME MAFIOSO.

    PÊNALTI INEXISTENTE A FAVOR DAS PERIQUETES NO JOGO CONTRA O GOIÁS. O SAFADO KLÉBER, CLARAMENTE AGARRA O DEFENSOR DO GOIÁS, JOGANDO ESSE AO CHÃO, E ASSIM, O JUIZ COMPRADO PELO ESQUEMA TRAFFIC, APITA PÊNALTI INEXISTENTE PARA AS PERIQUETES.

  4. guilherme

    Caro Paulinho,

    Tribuna da Impresa? Cuidado com suas fontes…Estes caras abrigam uns jornalistas fracassados e rancorosos que só gritam…não investigam e não publicam nenhum fato, só opinião ou pseudo fatos, do tipo “Tenho informações…”, “è o maior escândalo da história”.

    Cuidado.

  5. Altair

    Não querendo pautar seu blog, mas apenas uma ressalva com o intuito de preservar a sua credibilidade, segue uma pequena relação de outros programas cujo índice de audiência também poderia ser divulgado aqui:

    Mesa redonda – Gazeta
    Mesa redonda – Rede TV
    Cartão Verde
    Bem amigos
    Arena Sportv

    E tantos outros

    Por que sempre o mesmo ???

  6. Carlos

    Mentiroso Nato é um pseudo-jornalista que deveria adotar como slogan o “credibilidade zero”. Sinceramente, não acredito como uma pessoa lúcida ainda assista a um programa com alguém tão mal caráter como o Mentiroso Nato. Jornalismo esgoto!

    De modo geral, as mesas redondas de domingo realmente estão muito ruins, insistem em levar jogadores de futebol aos programas para entrevistas, mas não entenderam ainda que eles (com raríssimas excessões) nunca tem nada aproveitável para dizer, pois entendo que esse tipo de profissional não tem CÉREBRO, e sim MÚSCULO na caixa craniana: eles nunca tem opinião formada, não assumem nada e são condicionados a dar sempre o mesmo tipo de resposta.

    O Cartão Verde dos excelentes Birner, Xico, Doutor e Vladir (faltando apenas o Juca) é um oásis nesse meio, mas como passa na Cultura às 4as f. após 23:00h se torna pouco acessível, uma pena.

  7. Carlos Renato

    Já vai tarde o MN.
    Inclusive os seus colaboradores (demais focas)
    De fato, jogadores (com raríssimas exceções) não dizem nada que possa se aproveitar.
    Programas de debate sobre futebol, mesmo, somente na ESPN.
    Ainda bem que sou assinante.
    Lá sim tem credibilidade e bons profissionais.
    Mesmos alguns apaixonados, falam a verdade e admitem as falhas dos seus clubes do coração. Isso é legal.
    Tomara que a tv aberta para de contratar esse tipo de gente.
    Já vai tarde MN.
    Já vai tarde.

  8. Denilson Martins

    Muito ja se discutiu nessa comunidade, e em outras, a fantasia de que o São Paulo teria tentado “roubar” o Parque Antarctica…

    Já se falou muita coisa, mas não ninguem escrevia algo de concreto sobre o tema. A ferida foi aberta em outro tópico então achei por bem abrir este…

    Primeiro precisamos saber o contexto histórico da época, começando a demonstrar como o Palmeiras era dirigido naquela época:

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

    Primeiramente minha tese:

    Então…. o que deve ter acontecido…

    Na época da guerra, era normal os guetos de fascistas/nazistas serem confiscados pelo Estado, ja que o Brasil declarou guerra ao Eixo e Getulio Vargas baixou uma série de leis restringindo os direitos das agremiações estrangeiras, ameaçando de fechamento quem as descumprissem.

    Como demonstrado, o Palmeiras era um enclave de fascistas, rascistas e entreguistas seguidores de Mussolini…

    Então, como todas instituições germânicas/italianas/japonesas da época estavam sujeitas à expropriação…

    Logo, para se livrarem disso mudaram o nome para Palmeiras e contrataram jogadores negros…para abrasileirar o clube e escapar da ocupação estatal…

    Da mesma forma, aqui em SP o Germânia virou Pinheiros, em BH o Palestra virou Cruzeiro…

    Agora colocar a culpa disso no SPFC é um exercício de imaginação muito grande…

    Mas como minha tese não vale nada…vejamos o que diz este artigo acadêmico…tese de doutorado

    Pesquisa do historiador Alfredo Oscar Salun aponta que na época da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, Corinthians e Palmeiras foram forçados a expulsar cerca de 150 sócios de origem estrangeira, inclusive alguns de seus dirigentes. Os dois clubes estavam entre as entidades atingidas pela legislação repressora do Estado Novo, especialmente de 1941 até 1945, quando aumentou o rigor na vigilância da polícia política aos grupos estrangeiros e seus descendentes.

    Equipes mais populares da época, Palestra Itália (antigo nome do Palmeiras) e Corinthians atraíam grande número de torcedores de origem imigrante, muitos dos quais operários, caracterizando-os como times populares. “Quando o Brasil declarou guerra à Itália, Alemanha e Japão, a vigilância aos estrangeiros pela Delegacia de Ordem Política e Social (DEOPS) aumentou, devido a suspeitas de espionagem”, conta Salun.

    “No Palestra Itália, predominavam os italianos, e no Corinthians havia também italianos, além de espanhóis, alemães e até árabes”, explica o historiador, que pesquisou os efeitos das medidas de nacionalização para sua tese de doutorado no Núcleo de Estudos de História Oral (NEHO) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

    Após a entrada do Brasil na guerra, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixou uma série de regulamentações para o esporte, em acordo com o projeto nacionalista do regime do Estado Novo (1937-1945). “Os clubes de futebol foram atingidos, tendo que expulsar dirigentes e associados estrangeiros, principalmente os ligados aos países do Eixo, rotulados como ‘Súditos do Eixo’.”

    Vigilância
    A desobediência às normas de nacionalização poderia levar ao fechamento dos clubes. “No caso do Palestra Itália, isso gerou RUMORES NÃO CONFIRMADOS de que dirigentes do São Paulo manobravam nos bastidores para tomar seu patrimônio”, relata Alfredo Salun. “Os boatos e a mudança de nome para Palmeiras, em 1942, tornaram o episódio marcante na história do clube e dos seus torcedores, ao contrário dos fatos ocorridos no Corinthians.”

    A aplicação das leis levou a destituição do presidente do Corinthians Manuel Correncher, espanhol de nascimento. “O clube conquistou vários títulos na gestão de Correncher, considerado uma figura folclórica, comparada a de Vicente Matheus”, conta Salun. “A presidência foi assumida por Mario de Almeida, interventor indicado pelo CND, que ocupou o cargo por alguns meses, até o clube escolher um novo presidente.”

    Em um clube é uma história conhecida e celebrada e no outro, silenciada e apagada”, destaca o historiador. Nesse aspecto, o pesquisador desenvolve um trabalho em História Oral, com torcedores, jogadores e dirigentes. “Esses clubes não foram os únicos na capital paulista que foram alvos da repressão, mas tinham maior torcida e prestígio.”

    Reuniões de diretoria dos dois clubes só eram feitas com autorização da DEOPS e a presença de um agente do órgão. “Os clubes também precisavam de permissão oficial para jogos fora de São Paulo, especialmente no litoral, devido a importância estratégica das regiões costeiras na Segunda Guerra Mundial.”

    Após as expulsões, Corinthians e Palmeiras realizaram uma “campanha de nacionalização” para atrair novos sócios, nascidos no Brasil. “A imprensa da época viu essa iniciativa como uma prova de patriotismo”, diz Salun. “Os estrangeiros expulsos começaram a retornar aos clubes após 1945, como reflexo do final da Guerra, de medidas liberalizantes adotadas pelo governo de Getúlio Vargas e o fim da perseguição à ‘quinta-coluna’, espiões e os ‘Súditos do Eixo’.”

    http://www.usp.br/agen/repgs/2007/pags/002.htm

    Governador usa dinheiro público pra ajudar clube
    Com prova

    É dando que se recebe

    Um gavião travestido de periquito resolveu sobrevoar as alamedas do Parque Antártica para saborear com exclusividade alguns segredos do arqui-rival Palmeiras. Após bater asas ao longo de uma manhã festiva no terreno do inimigo, descobriu que o governador de São Paulo, José Serra, merece pelo menos uma placa ao lado do busto do divino Ademir da Guia.

    Coração verde apaixonado, Serra foi o grande responsável pelo acordo de patrocínio da Fiat, apesar do oba-oba da diretoria comandada com mão de gelatina por Afonso della Monica, sob as bênçãos da mídia caolha, que se contenta com a palavra oficial.

    O governador paulista aproveitou a viagem do presidente da Fiat ao país para persuadi-lo a aplicar uma pequena parte do rico dinheirinho da montadora na bola palmeirense. Em princípio, o poderoso chefão da Fiat queria apenas conversar com o presidente Lula sobre investimentos de R$ 5 bilhões no Brasil. Futebol, para ele, só o da Juventus, de Turim. E olhe lá!

    Entre os argumentos usados pelo mandachuva da Fiat para colocar o Palmeiras para escanteio, uma primária lição de marketing: o risco de perder uma bela fatia do mercado ao colocar o logotipo da empresa apenas no enxoval verde, o que poderia revoltar os torcedores dos outros grandes de São Paulo. Para evitar tal rejeição em Minas, por exemplo, a Fiat abriu o cofre para Cruzeiro e Atlético/MG; na Bahia, o mesmo já aconteceu com a dupla Ba-Vi.

    Serra não jogou a toalha. E propôs em troca do patrocínio um inesquecível presente de Papai Noel: impostos mais baixos e facilidades de pai para filho numa futura fábrica da montadora em São Paulo. Com tantas benesses, o presidente da Fiat não resistiu, sob pena de perder o emprego na volta à Velha Bota. Ganharia muito em troca de pouco. Topou investir R$ 9 milhões – e não R$ 12 milhões como foi cantado em prosa e verso pela diretoria do Palmeiras. O resto é conversa fiada para p**co dormir feliz.

    Nunca é demais, alertar a população pra falta de caráter dessa gente abastada que não quer diversão do povo perto de suas mansões…

    Engraçado a ONG Fora do Morumbi Pobres do Futebol.

    Ela acha que só o estádio possui erros, mas o que querem mesmo, é inviabilizar o estádio, e assim, defestrar os pobres que afluem ao seu rico bairro, para assistir jogos de futebol.

    A CONSEG deveria se chamar:

    XÔ POBREZA!

    Por que eles não falam um “A” sobre a favela do Morumbi?

    Esse sim, um problema enorme pra seu rico bairro?

    Afinal, o que leva tão nobre entidade, a simplesmente ignorar um problema social tão grave como a favela do Morumbi?

    Por que eles ficam mais preocupados com o barrulho de um grito de gol, do que com a miséria de milhares de moradores do seu rico bairro, que vivem na Favela do Morumbi?

    Acho que o Ministério Público deveria mesmo investigar essa entidade, pois parece que, ela quer extorquir o direito do SPFC existir, visto que, nada é bom pra ela,

    Embora, ache bom e agradável, que concidadãos que vivam em petição de miséria na Favela do Bairro, tenham problemas bem maiores que o barulho do estádio.

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Eu fico pensando, remoendo, e não consigo entender a razão de uma entidade criada pra defender um bairro,

    Querer desqualificar benefícios, como o monorail ( que servirá como meio de transporte aos moradores ), o estacionamento na estação do monorail ( que servirá não só aos moradores, como ajudará a evitar mais carros nas ruas pra contribuir para os engarrafamentos infernais da cidade )

    E, se calar absolutamente

    Pros seus irmãos que vivem sem nenhum aparato público, numa favela bem no centro

    do bairro

    que dizem,

    defender.

    O que leva a tamanha HIPOCRISIA?

    Certamente a insensibilidade dos canalhas de nossas classes mais abastadas né Paulinho.

    Ou mesmo, os interesses inconfessáveis dos integrantes dessa ONG nefasta, que estão agindo a mando

    de seus clubes de coração.

    SE TODAS AS OBRAS FOREM FEITAS, NO ENTORNO DO ESTÁDIO, SERÁ UM BEM INESTIMÁVEL PROS MORADORES,

    PRINCIPALMENTE AQUELES QUE NÃO TEM POSSANTES AUTOMÓVEIS, E PRECISAM

    DE TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE.

    ME PARECE PRESERVAR O AMBIENTE, EVITAR QUE MAIS CARROS

    TRAFEGUEM NAS RUAS

    PORTANTO,

    A TAL ONG TINHA QUE PARABENIZAR O SPFC PELA INICIATIVA ECOLÓGICA.

    ALIÁS, A ONG QUE QUERIA RESOLVER PROBLEMAS ECOLÓGICOS, AGORA,

    QUER APENAS EVITAR OBRAS PÚBLICAS

    NO BAIRRO

    QUE BENEFICIARÃO OS MORADORES MENOS FAVORECIDOS FINANCEIRAMENTE

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    DUVIDO QUE CONFESSEM AS RAZÕES.

    GENTE SAFADA E NEFASTA, É ISSO QUE TAL ONG DEFENDE.

    *Palmeiras 2 x 1 Inter – 2 jogadores do Inter expulsos. 1 com 20 minutos.
    *Palmeiras 1 x 0 Atletico – PR – Gol extremamente mal anulado do Atletico. Ah, jogador expulso.
    *Palmeiras 5 x 2 Cruzeiro – Jogador do Cruzeiro expulso no meio do primeiro tempo.
    *Palmeiras 2 x 0 Nautico – Penalti roubado qndo o jogo estava duro e jogador expulso por cotovelada no Kleber, q não era pra estar em campo por cotovelada no primeiro tempo.

    Mas não precisa ser no Palestra. Basta ser em sp:
    Palmeiras 1 x 1 Portuguesa – 2 penaltis nao marcados pra Portuguesa. Nao expulsao do Martinez.

    Logico q vai ter palmeirense falando q as expulsoes eram merecidas.

    Porem, além de nesse meio terem penaltis absurdos a favor e contra e gols anulados, temos q alertar para o seguinte:
    Há injustiça qndo o critério só é severo para um lado. Falta acontece todo jogo, mas rigor só no Palestra Italia.

    PALMEIRAS, SUJO, DESONESTO E COVARDE.

    Agosto 30, 2008 em 9:24 am
    Pagou pra fugir do São Paulo
    Em 1993, nas semifinais do paulistão, que os Puxadores de Saco não ganhavam havia 17 anos, as semifinais reuniram corinthians e sãopaulo, os Puxadores de Saco, temendo ser mais uma vez fodidos pelo Tricolor na final, como ocorrera em 1992, contratam o Árbitro José Aparecido pra tirar o SPFC da final, contra a já classificada Sociedade Esportiva Puxa Saco.

    O Juiz, muito bem comprado, anula um gol legítimo de Palhinha, em cujo lance o bandeirinha nem assinala o impedimento, dizendo que ele estava em posição irregular, logo depois, valida um gol de Neto pro SCCP, em flagrante impedimento, até os jogadores do SCCP ficam parados, sem comemorar o gol, esperando o impedimento, que o comprado José Aparecido não assinala.

    Bem, pensaram os Puxa Sacos, finalmente nos livramos daqueles que sempre nos fodem, seremos finalmente campeões. Não foi bem assim, o SCCP, endurece o primeiro jogo da final, e ganha por um a zero, com gol de Viola.

    A solução pros Puxadores de Saco, que já haviam pago pra não terem que enfrentar o SPFC na final, foi comprar novamente o Zé Aparecido, o que acontece, e novamente, ele faz o resultado, ao não expulsar Edmundo, e marcar pênaltis inexistentes e expulsar a torto e a direito jogadores do SCCP.

    Nunca tinha visto um time tão covarde, a ponto de pagar pra fugir de um adversário que cagavam nas calças de medo.

    Fonte: Revista Placar – 10/2005

    SE Palmeiras – Uma pitadinha histórica

    1914: Fundada em 1914 por um grupo de dissidentes corintianos, a Società Sportiva Palestra Italia já inicia suas atividades com uma mácula das maiores: ser uma costela do Sport Club Corinthians Paulista. Um clube que além de não ter a identidade brasileira, não possui, sequer, uma identidade própria.

    1915-1917: Sem identidade própria, o clube resolve copiar o símbolo do atual Votorantim Futebol Clube, localizado em cidade homônima. Passam a usar, dessa forma, a Cruz de Savóia como escudo oficial. Mantendo sua tradição bastarda, no entanto, tal símbolo é trocado pelas letras P e I poucos anos depois.

    Anos 20: O clube adquire uma área de 150 mil metros quadrados pertencentes à Companhia Antárctica Paulista, incluindo o Estádio Parque Antárctica. Nessa época, fortes rumores de ligação do Palestra Itália com o Regime Fascista do ditador Mussolini, na Itália, começam a pipocar pelo país, afinal, o recém-fundado clube não teria verba suficiente para tal aquisição.

    Anos 40: Apesar de ter alguns êxitos na década, não consegue manter sua performance dos dez anos anteriores e é obrigado a assistir o domínio do clube mais novo da cidade: o São Paulo Futebol Clube e seu Rolo Compressor. A situação melhorava, mas o clube não conseguia se sustentar como clube grande.

    1942: Atormentado pelas pressões exercidas pelo São Paulo Futebol Clube, que ameaçava tomar seu Estádio, o clube sofre a maior aniquilação moral já vista na história do futebol: é obrigado a mudar de nome, a subtrair a cor vermelha de sua bandeira, e a trocar, novamente, seu escudo.

    1942: O clube passa a chamar-se Palestra de São Paulo. Pouco tempo depois, após novas pressões do Tricolor, que não queria um outro time na cidade com nome parecido ao seu, o Palestra passa a ter um terceiro nome: Sociedade Esportiva Palmeiras, em homenagem à Associação Atlética das Palmeiras, um dos clubes que deu origem ao São Paulo FC. Dessa vez eles conseguiram agradar à exigente direção são-paulina, que passou a deixar os palestrinos em paz.

    1974: Após ser Campeão Brasileiro de 1973, o Palmeiras se classifica para a disputa da Taça Libertadores de América. Na fase de grupos é sapecado por todos e acaba sofrendo desclassificação após derrota para o São Paulo Futebol Clube. Seria a primeira de quatro eliminações na competição sulamericana. O Palmeiras já demonstrava vários sinais de que viria a ser um time repleto de pipocadas históricas.

    1977-1992: Palmeiras entra em sua maior seca. Com times pífios atrás de times pífios, o clube fica até 1993, ou seja, 16 anos, na fila de conquistas. Nesse período, nada de relevante nos campos pode ser falado sobre o clube, a não ser algumas passagens parcas que vêm a seguir.

    1978: O Palmeiras chega à final do Campeonato Brasileiro contra o Guarani. Jogando em São Paulo e em Campinas, o alviverde da Rua Turiassu coleciona dois insucessos pelo placar mínimo de 1 a 0 e entrega, pela primeira vez na história, o título de Campeão Brasileiro a um clube do interior do país. Consagração dos campineiros, situação vexatória para os clubes considerados grandes do país.

    1985: Última rodada da fase de pontos corridos. Palmeiras enfrenta o já eliminado XV de Novembro, de Jaú, em pleno Palestra Itália. Um derrota de 3 a 2 enterra o sonho dos palestrinos de avançarem à semifinal do Campeonato. A fila continuaria por mais algum tempo…

    1986: A Sociedade Esportiva Palmeiras conseguiu, enfim, chegar à final do Campeonato Paulista. O adversário era a Internacional de Limeira. Nélson Tadini Duque, presidente à época, após dura pressão feita sobre os dirigentes da FPF, consegue tirar um dos jogos da cidade de Limeira, levando a disputa do título exclusivamente para a cidade de São Paulo, no Estádio do Morumbi. Após um empate em 0 a 0 no primeiro jogo, a Inter encaçapa 2 gols a 1 no Palmeiras no 2º jogo e garante o título de Campeão Paulista. Era a primeira vez na história que um clube do Interior atingiu tal feito. Um orgulho para os limeirenses, um vexame dos maiores para os paulistanos.

    1990: Revoltada a eliminação do Campeonato Paulista de 1990 pela Ferroviária de Araraquara, em pleno Pacaembu, a torcida do Palmeiras protagoniza um dos maiores shows de horrores da história do futebol paulista: invade a sala de troféus do Palestra Itália e quebra boa parte das taças que o clube havia conquistado em sua história. Vexame atrás de vexame!

    1992: Chega ao Palmeiras uma empresa de laticínios, a Parmalat, que viria a participar ativamente da administração do clube na forma de co-gestora. A empresa passou a injetar grandes quantidades de dinheiro no time, formando-se, assim, boas equipes. O clube voltou a ganhar títulos, mas suspeita de lavagem de dinheiro, e, por fim, o escândalo que levou a empresa a pedir concordata pelo “sumiço” de US$ 8,7 bilhões, acabaram por macular, mais uma vez, a história do Palmeiras.

    1993: A final do Campeonato Paulista de 1993 representa a saída da fila após 16 anos. Arbitragem tendenciosa por parte do árbitro José Aparecido de Oliveira e do auxiliar(?!) José Roberto Godoy, que não expulsaram, por exemplo, o jogador Edmundo após entrada criminosa no corintiano Paulo Sérgio, causa polêmica até hoje. Seria o famoso “Esquema Parmalat”?

    2001: Após a saída da Parmalat, em 2000, o Palmeiras volta a mostrar incompetência administrativa e apequenamento do clube ao entrar em uma nova fila, desta vez, culminando com o rebaixamento da equipe no Campeonato Brasileiro de 2002, além de mais outras tantas passagens vexatórias para os lados da Rua Turiassú.

    2002: Eliminação da Copa do Brasil pelo desconhecido time do ASA de Arapiraca, da Paraíba, e rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2002 levam o Palmeiras ao fundo do poço. Um clube já acostumado a inúmeros insucessos esportivos, desta vez, havia alcançado sua mais desastrosa temporada.

    2006: O desejo por títulos leva dirigentes do Palmeiras a enviarem pedido de homologação à FIFA do título da Copa Rio de 1951 como sendo Mundial de Clubes. Em 2007, um funcionário da FIFA repassa ao clube um fax com a confirmação da conquista como sendo um título de ordem mundial. Os palmeirenses comemoram a conquista com 56 anos de atraso. Dias depois, a entidade volta atrás e demite o funcionário. O clube da Rua Turiassu vira, mais uma vez, motivo de chacota por parte dos rivais.

    VOCÊ SABIA ?

    1. Que o Palestra Itália foi fundado por parte da colônia italiana que desprezava o Brasil e os brasileiros? (e vestiram camisa de nossa seleção?!)

    2. Que por separatismo tinha seus estatutos escritos em italiano e só aceitavam jogadores de origem italiana? (mas que cinismo, e entravam com a bandeira brasileira na mão!)

    3. Que foi o clube mais racista do Brasil e só aceitou o primeiro negro em suas fileiras em 1959, Djalma Santos, 45 anos depois da fundação?

    4. Que por suas inclinações fascistas espernearam o quanto puderam para trocar de nome, pois achavam humilhante se rebaixar a ter um nome abrasileirado?

    5. Que o Parque Antártica era um parque de lazer para a população paulistana, mas o Palestra \\\”convenceu\\\” a Cia. Antártica a \\\”vender-lhes\\\” o espaço?

    6. Que a partir da terceira prestação pararam de pagar, e foram salvos pelo conde Matarazzo?

    7. Que o referido conde lavava seu dinheiro na obra do estádio e deixava seus operários na penúria? (já naquele tempo, que salafra!)

    8. Que depois de injetar dinheiro sujo no Parque as indústrias Matarazzo faliram e deixaram os empregados na rua da amargura?

    9. Que grande parte dos títulos do Palestra foi conquistada subornando jogadores adversários, deixando sempre um dirigente de plantão no Ponto Chic para assediar os boleiros que o freqüentavam? (Algo a ver com a máfia italiana?)

    10. Que a tal final de 42 foi apitada por um juiz que atuava pela primeira vez em um clássico e depois desse jogo jamais apitaria outro? (Por que será? Coincidência, talvez?)

    11. Que o jogador sãopaulino Waldemar de Britto estava na gaveta do Palmeiras naquela final e o jogador Luizinho, que já tinha jogado no Palestra e conhecia as tramóias daquele clube, percebeu o esquema com juiz e seu companheiro e por isso recusou-se a seguir a partida?

    12. Que nas finais contra o São Paulo em 43 e 46, sabendo que estavam perdendo a hegemonia para o novo clube, contaram com a benevolência dos juizes para bater à vontade em Sastre e Renganeschi, mas mesmo assim esse último, com a costela quebrada, fez o gol do bicampeonato sãopaulino?

    13. Que em 1950, para barrar de qualquer maneira o tricampeonato do São Paulo, tramaram e foram descaradamente beneficiados na final por um juiz ingles que, horas depois, foi visto se esbaldando no baile de carnaval do Palmeiras? (quanta ética, quanta lisura, e têm a cara de pau de achar que são campeões do século!!)

    14. Que o Palmeiras, em 1968, ia cair para a segunda divisão não fosse um acerto com o Guarani que escalou Dante e Flamarion, dois jogadores sem condições legais e, com a perda dos pontos, salvou o atualmente neo-bugre? (Se ligaram tanto ao Guarani que resolveram se apequenar para se igualar ao verdinho campineiro)

    15. Que em 1978 o presidente Bruno Saccomani \\\”sacou money\\\” do Palmeiras, saqueou o quanto pôde, quebrando o clube que até hoje não se recuperou? (Caramba, se não fosse a Parmalat seriam 30 anos de fila? Per Bacco!!)

    16. Que a fila atual de 8 anos do Palmeiras, bem como a anterior de 17 anos, não foram as únicas, pois de 1951 a 1959 o Palmeiras não ganhou nada e esteve para cair em 57? (Então o gosto pela segunda divisão é namoro antigo?)

    17. Que a queda para segundona em 2002 não foi a única, e que em 1980 o Palmeiras tambem caiu, e em 1981 teve que disputar uma tal taça de Prata, eufemismo para segunda divisão?

    18. Que pela história de fracassos nos últimos 30 anos, que nem a Parmalat conseguiu aliviar, a torcida do Palmeiras encolheu e, há muito tempo, não consegue públicos maiores que 20.000 pessoas, isso no Parque, pois em outros estádios, em clássicos, é sempre minoria absoluta?

    19. Que a saída da Parmalat deixou o Palmeiras na mesma petição de miséria em que se econtrava no final dos anos 70? Que as perspectivas futuras são nulas e os esforços para arrecadar trocados, como essa cesta de atletas, são retumbantes fracassos? (Será que ninguem acredita mais n oclube, não tem mais nenhum conde para lavar dinheiro?)

    MSi – apenas um espirro perto do Maior Esquema
    De corrupção e lavagem de dinheiro já existente no futebol Brasileiro…

    E ainda tem um monte de palestrinos aqui dando uma de “defensor da ética e dos bons costumes”…deviam ter minimo de discernimento em comentar sobre ‘SUJEIRA”

    pra vcs, o famoso esquema PALMEIRAS / PARMALAT…pela voz vinda de fonte file e digna…kkkkkkkkkk

    Esquema Palmeiras:

    http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/pop_parma.htm

    O Gianni em questão era Gianni Grisendi, que presidiu a Parmalat nos anos 90 e deixou a empresa para se tornar acionista da Tecnosistemi e presidente da própria TIM, antes de se envolver em mais uma confusão com tempero italiano: a da Bombril. Hoje, com seus bens bloqueados, Grisendi está sendo investigado por fraude, lavagem de dinheiro e evasão de divisas num processo que corre na 42ª Vara Cível de São Paulo. Muitos outros personagens do diário, porém, conectavam-se à empresa indiretamente. Eram jogadores de futebol. Stefano, que presidiu a equipe do Parma, listou a venda de dois atletas de um time que foi patrocinado pela Parmalat: o Palmeiras. Eram o atacante colombiano Asprilla e o lateral-esquerdo Júnior. Mencionou também o contrato publicitário de Ronaldinho, que teria ganho R$ 5,5 milhões para atuar na campanha publicitária dos mamíferos, que vestia crianças como animais de pelúcia. E citou ainda a renovação de contrato do meia Alex, hoje no Cruzeiro, que ganhava R$ 390 mil por ano e pedia R$ 2,5 milhões. Tamanho interesse pelo futebol se explica. Os procuradores italianos estão convictos de que as transações com jogadores eram um meio de desviar dinheiro. Como o valor dos passes não correspondia à realidade, suspeita-se que parte retornava às contas dos Tanzi em paraísos fiscais.

    Mais em : http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/349_diario_secreto_parmalat.htm#ancora

    Pipocadas históricas em “casa”:

    24 de novembro de 1.985 – Campeonato Paulista – Palmeiras 2 x 3 XV de Jaú – Os alviverdes já sabiam do tropeço do Corinthians diante do Comercial, em jogo realizado pela manhã, e precisavam apenas vencer o XV para avançar no Paulistão. De virada, perderam para o então time de Wilson Mano e não foram às semifinais.

    19 de junho de 1.996 – Copa do Brasil – final – Palmeiras 1 x 2 Cruzeiro – Depois de empatar por 1 a 1 no Mineirão, o time de Vanderlei Luxemburgo podia empatar sem gols para levantar o troféu. Saiu na frente com Luizão, mas perdeu com um gol de Marcelo Ramos no final do segundo tempo.

    9 de dezembro de 2.000 – Copa João Havelange – quartas de final – Palmeiras 2 x 2 São Caetano – Foram dois jogos em casa contra o Azulão que não podia atuar no Anacleto Campanella. O time do ABC venceu o primeiro encontro por 4 a 3. No segundo jogo, o Palmeiras abriu 2 a 0, mas permitiu o empate logo depois do intervalo.

    20 de dezembro de 2.000 – Copa Mercosul, final – Palmeiras 3 x 4 Vasco – Com 3 a 0 no placar ao final do primeiro tempo do terceiro jogo da decisão, o Palmeiras foi para o vestiário achando que já tinha garantido o título. No segundo tempo, Romário e Juninho comandaram a inacreditável virada vascaína.

    20 de fevereiro de 2.002 – Copa do Brasil, primeira fase – Palmeiras 2 x 1 ASA – No jogo de ida, os paulistas , comandados por Vanderlei Luxemburgo, perderam em Arapiraca por 1 a 0. Voltaram pra São Paulo crentes que garantiriam a vaga em casa, mas não fizeram a diferença de dois gols e deram adeus à competição.

    23 de abril de 2.003 – Copa do Brasil – oitavas de final – Palmeiras 2 x 7 Vitória – Três dias antes da estréia na segunda divisão, o clube foi humilhado em seus domínios pelos baianos, no jogo de ida. Foram sete gols, COM TRÊS FALHAS GROTESCAS DO GOLEIRO MARCOS, que deram a impressão de que o ano seria mais desastroso que o anterior.

    20 de maio de 2.004 – Copa do Brasil, quartas de final – Palmeiras 4 x 4 Santo André. Os alviverdes venciam por 4 a 2 e, depois dos 3 a 3 no jogo de ida, se garantiam nas semifinais. Sandro Gaúcho diminuiu aos 34 minutos e Tássio decretou a eliminação palmeirense aos 44 minutos e mais um tropeço dentro de casa na Copa do Brasil.

    1º de abril de 2.007 – Campeonato Paulista – Palmeiras 2 x 2 Guaratinguetá – O Palmeiras precisava de uma vitória sobre o time do interior para se garantir na semifinal do Paulistão. Levou 2 a 0 em 30 minutos de jogo e teve forças apenas para buscar o empate. Com o resultado, foi para o último jogo sem depender de si – e acabou eliminado.

    5 de abril de 2.007 – Copa do Brasil – segunda fase – Palmeiras 2 x 0 Ipatinga – Após a derrota em Minas Gerais por 2 a 0, os paulistas fizeram 2 a 0 com 32 minutos de jogo. Mais um gol garantiria o time nas oitavas, mas a partida foi para os pênaltis. Nas cobranças, Edmundo perdeu a sua e o Palmeiras foi eliminado.

    2 de dezembro de 2.007 – Campeonato Brasileiro – Palmeiras 1 x 3 Atlético – MG – Os alviverdes precisavam de apenas uma vitória para se garantirem na Libertadores. Começaram atrás no placar, mas Edmundo empatou ainda no primeiro tempo. Depois do intervalo, os paulistas não mantiveram a reação, levaram dois gols e deram adeus a vaga.

    Fonte – Revista Trivela do mês de janeiro

    Por que Aparecido não “deveria ser escalado”?

    Aparecido era um dos principais árbitros da FPF desde 1990, quando apitou a decisão do Brasileiro entre São Paulo e Corinthians. Mas, em 1993, ele vinha de uma arbitragem muito contestada num jogo “semifinal” entre São Paulo X Corinthians. O resultado, Corinthians 1 X 0 São Paulo ( 30 de maio ), classificou o Corinthians para a dexisão. O gol do Corinthians foi feito por Neto, em empedimento. E, Aparecido e seus auxiliares, anularam um gol legal de Palhinha, quando o jogo estava 0X0.

    Mas por que ele favoreceu o Corínthians, que seria
    PREJUDICADO TEORICAMENTE POR ELE MESMO DIAS DEPOIS CONTRA O PALMEIRAS? O QUE DIABOS, A SEMIFINAL SÃO PAULO X CORINTHIANS, TERIA COM O PALMEIRAS E O ESQUEMA PARMALAT?

    Aí é que está. Palmeiras e São Paulo eram os dois grandes times da época. O São Paulo de Telê. O Palmeiras, cheio de craques da Parmalat. No ano anterior, o São Paulo não deixou que o Palmeiras saísse da FILA, ganhando o título paulista. Meses depois, já bicampeão da Libertadores, seria um adversário muito mais difícil para o Palmeiras, que o Corinthians de Adil e Ezequiel. O fato é que Aparecido teria feito o serviço: tirou o São Paulo da parada ( já interessado no sucesso do Palmeiras ) e completou o trabalho na decisão contra o Corinthians.

    Por que poderia ter sido João Paulo o árbitro da
    FINAL?

    João Paulo Araújo era também uma das estrelas da FPF, ao lado de Aparecido, Dionísio Roberto Domingos e Oscar Roberto Godói. Contra Araújo, uma arbitragem ruim no jogo Santos 2 X 3 Novorizontino, pela fase semifinal, teria o prejudicado. Pois REnato Duplat, á época diretor da arbitragens da FPF, e santista, teria ficado uma fera com ele.

    O que aconteceu com Aparecido após 1993
    Gerente de banco, passou a receber até ameaças de morte. Se afastou por um tempo, mas voltou com tudo anos depois, tornando-se árbitro FIFA. Ele voltaria às manchetes em 1997, acusando (pela Placar ) Ives Mendes (então presidente da Comissão Nacional de Arbitragem) de mandá-lo ajudar a Argentina contra a Colômbia, num jogo pelas Eliminatórias. Depois disso sua carreira declinou.

    Fonte:
    Revista Placar, edição nº 1288, Novembro de 2005, páginas 54 e 55.

  9. Caetano Blandini

    Paulinho, Esse pessoal entende de futebol, igual eu entendo de física nuclear.

    Esses programas continuam tentando enganar o telespectador.
    A algumas semanas atrás disseram que o palmeiras seria campeão, depois voltaram a apostar no gremio, e agora já colocam o São Paulo no pódium. Esses profissionais da telinha esportiva deveriam ser chamados de MOMENTARISTAS ao invés de comentaristas.

  10. Caetano Blandini

    Paulinho, Esse pessoal entende de futebol, igual eu entendo de física nuclear.

    Esses programas continuam tentando enganar o telespectador.
    Há algumas semanas atrás disseram que o palmeiras seria campeão, depois voltaram a apostar no gremio, e agora já colocam o São Paulo no pódium. Esses profissionais da telinha esportiva deveriam ser chamados de MOMENTARISTAS ao invés de comentaristas.

  11. Célia Regina

    Se colocar em tempo “corrido”, não dá 10min de programa, é só merchan, um porre. Dá tempo de viajar nas outras emissoras, fora as abobrinhas. Quem sabe com o Neto Nato lá as coisas melhorem. Acreditam em gnomos? Pois é, com ele aumenta a… farsa.

  12. CONTRA A IMPUNIDADE

    Precisamos lembrar ao senhor Paulinho, dono do blog, que nós torcedores e trabalhadores que pagam impostos e suas contas em dia; nós que participamos de eleições e tentamos nos fazer representar da melhor maneira possivel, estamos INDIGNADOS com a demora referente ao processo de apuração e punição dos responsáveis pelo caso do gás na semi-final do campeonato paulista de 2008.
    Mesmo após o JORNAL LANCE ter divulgado que durante as escutas telefônicas no caso da máfia dos ingressos, foram encontradas/criadas provas ( gracações de conversas ) do envolvimento de torcedores e dirigentes da Sociedade Esportiva Palmeiras, estranhamente notamos “morosidade” no processo.
    Gentilmente solicitamos ao caro jornalista, que nos informe, cobre, investigue.
    Nós não queremos de forma alguma ter gente desta espécie vestidos de representantes mascarados de pessoas de bem em nosso meio.

    QUE SE INVESTIGUE, QUE JULGUEM E PRINCIPALMENTE QUE PUNAM OS RESPONSÁVEIS.

    NÃO A IMPUNIDADE !!!

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