Brasil classificado para a semifinal
O Brasil teve dificuldades para supera a Noruega, por dois a um, e se classificar para as semifinais do torneio.
A partida não desenrolava, e a seleção brasileira, diferente do que costuma habitualmente acontecer, continuava burocrática, e sem criatividade.
Somente aos 43 minutos o sufoco começou a diminuir.
Daniela Alves arriscou uma batida e fez um golaço.
Na segunda etapa, quando a Noruega estava melhor, a zaga falhou e Marta aproveitou para ampliar.
A Noruega conseguiu diminuir aos 36 minutos em pênalti cometido por Barbara, que minutos antes quase havia entregado o Ouro em saída de bola equivocada.
No final, após segurar o sufoco norueguês, a vaga foi conquistada.
Mas precisa melhorar muito para chegar ao Ouro.
Com esse futebol, não leva.

E para variar….o gol da classificação, foi Corinthiano, não é?
Na verdade pode até levar o ouro com este futebol, pq nenhuma seleção feminina fez um “jogaço” até as alemâs sofreram para derrotar a Suécia, aliás jogando mal inclusive.
Será que vem medalhas por aí ou não???
Tá meio difícil…mas como dizem: o importante é competir…
mas o Brasil devia se esforçar mais para conquistar medalhas…
Marta Veiga
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Paulinho , por favor , me diga a verdade:
O sigilo de fonte do jornalismo existe pra
proteger o informante ou o jornalista
da vergonha de apresentar um bandido
como fonte.
EXEMPLO: O D.V.D. É FONTE DE METADE DA IMPRENSA !
Boxe – Corinthiano vai às quartas e pode fazer história
ESTADÃO.COM
Wilson Baldini Jr., PEQUIM
Washington Silva nunca teve medo de desafios. Em 1997, aos 19 anos, desembarcou em São Paulo, vindo de Cruz das Almas (BA). Desempregado, procurou o Corinthians, seu clube do coração, em busca de um emprego.
Foi gandula, segurança e, nas horas vagas, passou a treinar boxe. Na terça-feira, pode ganhar a primeira medalha olímpica do boxe brasileiro em 40 anos.
Em 1998, venceu o tradicional torneio Forja dos Campeões, ganhando todas as lutas por nocaute. Em 2001, chegou à seleção brasileira.
Passou de funcionário a atleta do Corinthians e, assim, pôde se dedicar inteiramente ao pugilismo. Participou do Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003, mas caiu na terceira rodada. Foi aos Jogos de Atenas-2004 com a mão direita quebrada. Não passou da primeira rodada.
No Pan do Rio, ano passado, caiu nas quartas-de-final, diante do americano Christopher Downs. Coincidentemente, Downs foi o seu adversário no Pré-Olímpico de Trinidad e Tobago. Dessa vez, o brasileiro venceu e garantiu a vaga em Pequim.
Mas, antes da Olimpíada, Washington torceu o joelho direito e rompeu o ligamento cruzado anterior. “Não tem problema. Nada vai me fazer parar”, disse o pugilista, de 30 anos, que se tornou pai na semana passada. “O primeiro presente do meu filho será a medalha. Só não sei qual.”
Washington estreou contra Azea Augustana, do Haiti, e venceu por 6 a 2, apesar da dificuldade para se locomover. Ontem, passou apertado pelo ganense Bastie Samir (9 a 7), mas está nas quartas-de-final.
Uma nova vitória, contra o irlandês Kenny Egan, garantirá, pelo menos, a medalha de bronze. Egan vem de duas vitórias tranqüilas por 22 a 2 e 10 a 2. “Já lutei com ele uma vez e perdi. Agora chegou minha vez de ganhar.”
Se conseguir, Washington repetirá o feito de Servílio de Oliveira, que em 1968, na Cidade do México, ficou com a medalha de bronze, a única desse esporte em olimpíadas.
Que vença o melhor, no caso, outra equipe.