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Blog do Paulinho

Belluzzo e João Paulo

Bela iniciativa de dois dirigentes do futebol brasileiro.

João Paulo de Jesus Lopes e Luis Gonzaga Belluzzo.

Dirigentes de São Paulo e Palmeiras, respectivamente.

Eles se encontraram para tentar amenizar a crise de relacionamento que existe entre os clubes que representam.

João Paulo e Belluzzo diferem da grande maioria dos cartolas brasileiros.

Em pensamento e postura.

Estão de parabéns !

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19 comentários sobre “Belluzzo e João Paulo

  1. Thiago

    O estranho é que o tal Beluzzo escreveu uma coluna para o site Terra Magazine na semana do clássico fazendo menção à 1942, época da segunda guerra mundial. Isso só não traz mais a rivalidade extra-campo à tona porque a grande parte da torcida desconhece a história dos clubes…
    O que ele quer afinal? Bom, não foi à toa que o encontro foi motivado pelo Jesus Lopes…

  2. alessandro

    O pior é que o Dirigente do São Paulo é que deve ter pago a conta, visto que o Palmeiras só é alguma coisa qdo entra dinheiro de terceiros… triste isso..

  3. sergio murilo

    acho estranho tb ,assim como o thiago…o artigo de beluzzo no terra e muito mais que um artigo em um momento de uma decisao acirrada…ali ele coloca de forma filosofica os motivos do conflito…vj possitivamente esse encontro,joao paulo nao conheco,mas o prof beluzzo conheco e tenho o maior apreco e respeito,trata se antes de td de um gde brasileiro,e essa atitude dele so reforca a impressao que tenho dele.

  4. Luiz Henrique(S.E.PALMEIRAS)

    Hahahahaha

    Isso é somente para a midia engolir………….

  5. Denilson Martins

    O Beluzzo mentiu sobre 1942, como aliás, sempre fazem os palmeirenses.

  6. mello jr

    Mais uma marquetada isso é papo conversa fiada o Belluzo é um cara de pau já fez parte daquela antiga parceria mafiosa com a Parmalat e costurou essa vergonha com a outra mafia que é a Traficc..a sorte do palestrino é que lá não tem um Aprobato e um Tuman ! rs

  7. Edson Albino Ursini

    Pois é, quando subalternos ultrapassam os limites, a cupula vem a campo para “tocar a bola”.
    Todos sabemos, que esse encontro, não tem a mínima validade para os torcedores do São Paulo e Palmeiras.E em futebol é assim mesmo. Vamos buscar o que for possível, para amplificar nossos “gritos”.Vide os posts aí em cima, principalmente dos são paulinos.
    Isso é torcedor. Tá tudo bem.Deve ser diferente, quando envolve dirigentes.Por motivos óbvios.
    Mas, pelo menos agora, depois desse almoço, espera-se que o imbecil do Marco A.Cunha, pare de botar pilha, quando houver um PalmeirasXSão Paulo.Ele, que sempre tem uma ironia a mais, quando se refere não só ao Palmeiras, mas também ao Corintians, Santos, Portuguesa, etc.
    Aos são paulinos, saudações do Verdão.
    Mas, nem por isso, vou deixar de ser “Neeeeeeense”, amanhã.

  8. Luiz Henrique(S.E.PALMEIRAS)

    Denilson Martins quantos anos vc tem?

    Belluzo mentiu? Se vc chegar a ser 1/50 do Belluzo você de graças a DEUS meu amigo!

    Você tb nega a FINAL DO PAULISTA QUE V6 SPS FUGIRAM DO CAMPO?

  9. Alviverde/SP

    O triste fato de 42, infelizmente NÃO É LENDA…ACONTECEU mesmo.
    Esse encontro foi só para não acirrar ainda mais a já existente INIMIZADE entre os dois clubes “CO-IRMÃOS”(rs)…

  10. Carlos Augusto

    Esse Denilson é um fanfarrão .

    Aposto que vem com pesquisinha de internet .

  11. Denilson Martins

    Não seja idiota Marcos

    Pesquisa do historiador Alfredo Oscar Salun aponta que na época da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, Corinthians e Palmeiras foram forçados a expulsar cerca de 150 sócios de origem estrangeira, inclusive alguns de seus dirigentes. Os dois clubes estavam entre as entidades atingidas pela legislação repressora do Estado Novo, especialmente de 1941 até 1945, quando aumentou o rigor na vigilância da polícia política aos grupos estrangeiros e seus descendentes.

    Equipes mais populares da época, Palestra Itália (antigo nome do Palmeiras) e Corinthians atraíam grande número de torcedores de origem imigrante, muitos dos quais operários, caracterizando-os como times populares. “Quando o Brasil declarou guerra à Itália, Alemanha e Japão, a vigilância aos estrangeiros pela Delegacia de Ordem Política e Social (DEOPS) aumentou, devido a suspeitas de espionagem”, conta Salun.

    “No Palestra Itália, predominavam os italianos, e no Corinthians havia também italianos, além de espanhóis, alemães e até árabes”, explica o historiador, que pesquisou os efeitos das medidas de nacionalização para sua tese de doutorado no Núcleo de Estudos de História Oral (NEHO) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

    Após a entrada do Brasil na guerra, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixou uma série de regulamentações para o esporte, em acordo com o projeto nacionalista do regime do Estado Novo (1937-1945). “Os clubes de futebol foram atingidos, tendo que expulsar dirigentes e associados estrangeiros, principalmente os ligados aos países do Eixo, rotulados como ‘Súditos do Eixo’.”

    Vigilância
    A desobediência às normas de nacionalização poderia levar ao fechamento dos clubes. “No caso do Palestra Itália, isso gerou RUMORES NÃO CONFIRMADOS de que dirigentes do São Paulo manobravam nos bastidores para tomar seu patrimônio”, relata Alfredo Salun. “Os boatos e a mudança de nome para Palmeiras, em 1942, tornaram o episódio marcante na história do clube e dos seus torcedores, ao contrário dos fatos ocorridos no Corinthians.”

    A aplicação das leis levou a destituição do presidente do Corinthians Manuel Correncher, espanhol de nascimento. “O clube conquistou vários títulos na gestão de Correncher, considerado uma figura folclórica, comparada a de Vicente Matheus”, conta Salun. “A presidência foi assumida por Mario de Almeida, interventor indicado pelo CND, que ocupou o cargo por alguns meses, até o clube escolher um novo presidente.”

    Em um clube é uma história conhecida e celebrada e no outro, silenciada e apagada”, destaca o historiador. Nesse aspecto, o pesquisador desenvolve um trabalho em História Oral, com torcedores, jogadores e dirigentes. “Esses clubes não foram os únicos na capital paulista que foram alvos da repressão, mas tinham maior torcida e prestígio.”

    Reuniões de diretoria dos dois clubes só eram feitas com autorização da DEOPS e a presença de um agente do órgão. “Os clubes também precisavam de permissão oficial para jogos fora de São Paulo, especialmente no litoral, devido a importância estratégica das regiões costeiras na Segunda Guerra Mundial.”

    Após as expulsões, Corinthians e Palmeiras realizaram uma “campanha de nacionalização” para atrair novos sócios, nascidos no Brasil. “A imprensa da época viu essa iniciativa como uma prova de patriotismo”, diz Salun. “Os estrangeiros expulsos começaram a retornar aos clubes após 1945, como reflexo do final da Guerra, de medidas liberalizantes adotadas pelo governo de Getúlio Vargas e o fim da perseguição à ‘quinta-coluna’, espiões e os ‘Súditos do Eixo’.”

    http://www.usp.br/agen/repgs/2007/pags/002.htm

  12. Denilson Martins

    Um pouco mais de história pra demonstrar o caráter do Palestra

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

  13. marcos dornelles

    POIS É PAULINHO,E COM ISSO O EPISODIO DO GAS FOI PRAS PICA,O DO S.PAULO DISSE,VOCE FALA QUE NÃO FUI EU,O DO PALMEIRAS DISSE,E VOCE FALA ISSO TAMBEM,E O TORCEDOR,GANHA O QUE A INES GANHOU ATRAS DA HORTA,SEM PENSAR QUE COM ISSO E PELO TEMPO QUE JA PASSOU,PODERIAM TER CRIADO UMA RIVALIDADE MAIS VIOLENTA ENTRE AS TORCIDAS DOS DOIS TIMES,E VOCE DA PARABENS,AINDA,VOCE É UM SEM NOÇAO,PAULINHO,FAZ-ME O FAVOR.

  14. Daniel

    O tal do denilson martins insiste nessa imbecilidade… O Palmeiras foi fundado por italianos – entre os quais, por ter sangue somente italiano, orgulhosamente me incluo – e ao longo de sua história conquistou torcedores de todas as origens e classes sociais… O são paulinho, DE FORMA CANALHA, TENTOU ROUBAR O PARQUE ANTARCTICA, NÃO CONSEGUIU E ROUBOU O CANINDÉ, ENTÃO DO GERMÂNIA, ATUAL PINHEIROS… NÃO CONSEGUIU TOMAR O ESTÁDIO DO VERDÃO E APANHOU E FUGIU DE CAMPO NA FINAL DO CAMPEONATO… ALÉM DE CANALHAS, ESQUECERAM-SE DO “JOGO DA BARRICA”, EM QUE PALMEIRAS E CORINTHIANS FIZERAM UM JOGO BENEFICENTE PARA AJUDAR O CLUBE DO JARDIM LEONOR A SAIR DE SITUAÇÃO DE QUASE FALÊNCIA…

    SAUDAÇÕES PALESTRINAS!
    AVE, ACADEMIA!
    AVANTE, CAMPEÃO DO SÉCULO XX!
    1942 SEMPRE!

  15. silvio damenti

    Investigue a atuação do sr.João Paulo a frente do metro de São Paulo,está encobrindo as concorrencias fraudulentas que a P.F.investiga.
    Se fosse diretor do Corinthians você já estaria sabendo até que dia ele foi trabalhar,qual horário e com quem.

  16. Justiceiro

    Palestra e Corinthians realmente fizeram o tal “jogo das barricas” (1938) para salvar o tricolor de uma nova falência em sua obscura história. E não é que até o Porfírio da Paz passou pedindo esmola nesse jogo? Além disso, corintianos e palestrinos podiam depositar sua esmola em barricas espalhadas pelo Pacaembu… Do apoio até das torcidas rivais para salvar o SPFC surgiu a expressão “o mais querido” para se referir a esse clube.

    Mal sabiam os palestrinos que os tricolores agradeceriam tentando acabar com o Palestra e tomar seu patrimônio na mão grande, como corresponde aliás ao clube da burguesia quatrocentona paulista.

    Palmeirenses têm, portanto, motivos de sobra para não gostar muito do SPFC. Já os são-paulinos deveriam mais é agradecer, pois sua dívida com o alviverde é eterna (assim como é com o alvinegro também).

    O Palmeiras salvou o SPFC de morrer. O SPFC devolveu tentando acabar com o Palmeiras. Só isso já define tudo sobre os dois clubes.

    Em tempo: acho legal a iniciativa dos dirigentes também, essa crescente de hostilidades entre os clubes não levará a lugar algum.

  17. Justiceiro

    Por algum motivo estranho, saiu uma carinha em vez do número 8 no meu comentário anterior. Enfim, o ano foi 1938.

    Cada coisa…

  18. Alviverde/SP

    Pessoal, não liguem para esse tal de Denilson Martins, um simples DETRATOR do alviverde…IGNOREM.

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