Rubinho iguala marca de Patrese
Rubens Barrichello iguala no GP da Catalunha o recorde de Ricardo Patrese.
Será o seu GP de número 256.
Independente de seu desempenho, não deixa de ser um grande feito.
Não é fácil se manter em uma categoria tão disputada por tanto tempo.

Ele bate ou iguala o recorde?
Todo circo tem seu…… carequinha
Não pude resistir!!!
Deixei esse link outro dia esperando que você desse destaque a ele da mesma forma que você dá destaque àquelas bogagens que o(a) Tutty escreve sobre o Rubinho. Como acredito que o destaque dado deve ser jornalístico, apesar do blog ser seu e você colocar nele o que lhe interessa, vou arriscar de novo.
http://www.gptotal.com.br/2005/Convidados/Ernesto/20080404.asp
Morderei, para depois assoprar. Rubinho pode ser considerado um “burocrata do volante”, como Patrese, Piquet, Prost (os dois últimos mencionados só o foram no fim da carreira, bem entendido).
Mas é um bom piloto, apesar de azarado e pouco ambicioso. Pagou o preço por se impor algo que não poderia nunca fazer, ou seja, preencher o vazio que Ayrton deixou repentinamente. Ainda mais com alguns carros que teve na carreira, como a Jordan de 1995 – inguiável, a despeito do 2º lugar no GP canadense daquele ano – e a Stewart de 1998 – a despeito de um 2º lugar em Mônaco.
E, sem dúvida, não é o braço-duro que boa parte da imprensa e da torcida brasileiras pintaram e pintam. Se o fosse, não duraria 15 anos na F-1. E teve ótimas performances na carreira (Donington-93, Brasil-94, Pacífico-94, Bélgica-94 – sua primeira pole -, França-99, a lendária vitória na Alemanha-00…).
O problema é que, para o padrão brasileiro, “pessimamente” acostumado com a precisão de Emerson, a inteligência e a capacidade de acertar carros de Piquet e a fome indomável de vitórias de Senna, não basta ser bom, é preciso ser campeão. E isso, Rubens não será, provavelmente.
Mas ele pode ficar sossegado e esquecer as críticas maldosas. Terá, sem dúvida, seu lugar na história da F-1, junto dos que estão em seu patamar: Berger, Boutsen, Alboreto, Alesi, Coulthard, Ralf, Montoya. Pilotos bons, apenas. O que já é muito.
Opa, cometi um erro: o segundo lugar de Rubens com a Stewart em Mônaco foi em 1997, não em 98.
Se bem que isso até corrobora o que disse: a Stewart de 1998 era inguiável.
Bem, não é essa a opinião do TRICAMPEAO de fórmula 1, Nelson Piquet, e se não me engano ele entede um puquinho mais disso que vc. Abraços
Aguardo ansioso a notícia sobre o piloto que vai ultrapassar a marca do Rubinho, de temporadas sem conseguir um mísero pontinho na Fórmula 1.
Desculpe-me, mas pra mim Rubinho rima com coitadinho. Há recordes e recordes, números que valem alguma coisa e outros que a gente joga na lata do lixo.
Por exemplo, Zico (ídolo do Flamengo, o clube mais querido do futebol brasileiro), Careca (dentro da área, um monstro e que fez uma parceria fabulosa no Napoli com o gênio da bola Diego Maradona), Falcão (Rei de Roma), entre outros craques brasileiros não venceram uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira.
Diferentemente de Paulo Sérgio e Viola, em 1994, e Ânderson Polga, em 2002. Estes estão na hitória como campeões da Copa do Mundo pelo Brasil. Okay, mas eu pergunto ao dono do blog e aos visitantes deste espaço: e daí? O que esses atletas têm a ver com Seleção Brasileira campeã do mundo, fora apenas a constatação de que eles deram a sorte de estarem lá?
Pelo amor de Deus. Achar, como alguns acham, que o Barrichello ajudou o melhor piloto do mundo (Schumacher), SETE VEZES campeão da Formula 1 a vencer corridas é um pouco demais pra minha cabeça. É um pensamento Global demais. Digamos que o Rubinho não é um barbeiro da categoria, nem mascarado e é até querido pelos colegas. Mas é aí que está o problema: queridinho demais, algo que não combina com disputa, com competição de alto rendimento. Mais ainda nos dias atuais.
Ou alguém imagina um palmeirense chamando o São Paulo de são-paulinho; o Corinthians de time simpático, querido?
Já sobre a “Lusinha” do Canindé é outra história. Claro, a Associação Portuguesa de Desportos não é time grande, não é “cachorro” grande. É a Lusinha queridinha. Aquela que ninguém tem medo de enfrentar.
No Brasileiro de 1996, o GRANDE Grêmio, mesmo com uma missão difícil na 2ª partida da final, não teve medo da Lusinha, a coitadinha, aquela que tinha uma Ferrari pra vencer o campeonato e que sucumbio à força do MAIOR, do time GRANDE.
Como o piloto Rubinho, a Lusinha foi coitadinha e vice-campeãzinha.
Recomendo a quem discordar da minha opinião sobre o Rubiiinho (o que é bom, afinal seria uma chatisse se todos pensassem a mesma coisa) ler Flávio Gomes, torcedor da Lusinha e um dos especialistas no assunto “Automobilismo”(http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/opiniao/blig_do_gomes), ouvi-lo na rádio Eldorado ESPN (www.espn.com.br/radio) e assisti-lo na ESPN Brasil (canal de esporte da tevê paga).
Dica: abaixem o som da tevê enquanto assistem às corridas na TV Globo. Há boas opções nas rádios para um dos nossos mais valiosos sentidos: a audição.
Abraço
Fantástico comentário do Felipe aí de cima. Rubinho está longe de ser o piloto ruim que o povo diz. Povo, aliás, pouco entendido no assunto. Rubinho foi prejudicado pela própria ambição em se tornar o novo Senna, associado à imagem que a TV Globo tentou vender durante anos. A passagem para Michael Schumacher, por exemplo, simbolizou tudo isso, embora o grande humilhado na história tenha sido o próprio alemão, que correu atrás do brasileiro todo o GP. Brasileiro não gosta de esporte, gosta de ganhar. E para quem havia perdido Senna daquele jeito, não houve outra alternativa a não ser fazer chacota do jovem que ousou se colocar como seu substituto. Rubinho foi um bom piloto e, por exemplo, teve uma carreira muito melhor do que o Montoya, tido como gênio, ou mesmo o irmão de Schumi, só para citar alguns recentes…
Rubinho merece o respeito de todos.
A Ferrari manteria um piloto sofrível por tanto tempo como companheiro do gênio Michael Schumacher?
Claro que não!
Rubinho não é nenhum gênio.
Mas está no mesmo nível de Felipe Massa (que muita gente acha excelente).