A confraternização da AAGSP
Estive ontem na Universidade São Judas Tadeu, acompanhado do amigo e ex-árbitro Euclydes Zamperetti Fiori, em uma confraternização realizada pela AAGSP (Associação dos Árbitros da Grande São Paulo), presidida por Marcos Fábio Spironelli..
A festa foi realizada para premiação dos destaques do ano.
O árbitro Sálvio Spínola Fagundes foi agraciado como melhor árbitro.
Foi lá que escutei Emídio Marques de Mesquita, instrutor da FIFA, lhe garantir que ele representará o país nas Olimpíadas de Pequim.
Muitos discursaram.
O que me chamou a atenção é que vários desses discursos deram pequenas “cutucadas” nos comentaristas de arbitragem e na imprensa em geral.
Sálvio disse: “É muito fácil apitar atrás do microfone”
Emidio Marques de Mesquita emendou: ” Não existe futebol sem árbitro, mas existe sem aquela pessoa da imprensa por trás do microfone que diz saber tudo.”
O Secretário de Esportes Walter Feldman, do PSDB, também marcou presença.
Fez a revelação de que chegou a jogar futebol no Ituano.
Sua posição era a de ponta direita.
Feldman disse ainda “Meu sonho é fazer de São Paulo a capital nacional dos esportes”
Encontrei também o ex-árbitro Edmundo Lima Filho, o assistente da FIFA Walter José dos Reis, que está se aposentando dos gramados, entre outros.
De se lamentar o péssimo discurso de Artur Alves Junior, de métodos não transparentes na arbitragem e que de maneira estranha representou o Coronel Marinho, o homem que comanda os árbitros de São Paulo.
Hilária foi a conversa que tive com José Astolphi.
Contou que o ex-árbitro José de Assis Aragão era conhecido no meio como “AraGalo”, por motivos óbvios.
Fiquei impressionado com a fama de Aragão entre os companheiros de profissão.
A rejeição a seu trabalho e a desconfiança de sua honestidade foram unânimes.
Na saída, enquanto desfrutava do tradicional coquetel, tive o desprazer de encontrar a vereadora Mirian Athiê.
Paulo Maluf deve muito a ela.
Depois dessa preferi ir embora.
