Projeto Santos S/A
Leia abaixo, com exclusividade, o resumo do projeto para transformar o Santos em um clube-empresa.
É um trabalho do economista Marcos Paulo Bezerra da Costa.
Ele já está nas mãos do presidente Marcelo Teixeira para analise.
O presidente do Santos estaria temeroso em aprová-lo.
Sabe que seria melhor para o clube, e muito pior para ele, que teria o seu poder ditatorial diminuído.
Tire suas conclusões.
PROJETO SANTOS S/A
INTRODUÇÃO
O Projeto tem como objetivo principal, explorar a marca SANTOS FC no mercado nacional e principalmente no mercado internacional, seja pelo marketing esportivo direto, ou através do licenciamento da marca.
A versão completa se divide em várias fases que além de franquias e licenciamentos em mercados de países emergentes no futebol estabeleceria parcerias com cidades em outros países para a formação de equipes que carregariam o nome “SANTOS OFICIAL TEAM”, e estariam enquadradas nos parâmetros que normalmente são exigidos por qualquer franquia mundial.
Além das franquias, o projeto abordará as bases para a criação de uma empresa S/A ou Participações Ltda incorporando a esta um centro de excelência em gestão de estruturas de futebol e aperfeiçoamento profissional, passando pelas categorias de base, centros de preparação física, sistemas de recuperação médica, etc, etc, (seguindo os moldes do próprio Santos FC no CEPRAF), além disso, seriam disponibilizados estágios para profissionais dos setores técnicos que demonstrassem interesse em aprimorar-se firmando intercâmbios com clubes de outros países e instituições de ensino.
Todo este processo sugere um retorno financeiro de MÉDIO prazo, pois este tipo de empreendimento exige investidores de segmentos diferentes respeitando a integridade do Santos Futebol Clube em sua essência.
O que será apresentado á seguir é apenas um esboço dos principais itens do projeto, que pode ser dissecado num momento mais oportuno.
DEFINIÇÃO DOS ALVOS PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
O futebol carrega fatores que são inerentes a cultura local relacionando-se até mesmo com contextos étnicos e políticos, tomo como base o Atlético de Bilbao da Espanha que carrega a bandeira dos paises Bascos, existindo até mesmo restrições a jogadores de determinada origem étnica.
Esta menção demonstra que a Europa é um mercado de acesso restrito onde a tradição dos clubes locais dificulta a inserção de uma outra marca, mesmo com a forte penetração que a marca SANTOS F.C. possui.
A ASIA seria o primeiro alvo do estágio do licenciamento/franquiamento, pois, a cultura do futebol nesta região, tem um apego maior ao ídolo do que ao time, onde o grande esportista (ídolo) é admirado independente do time ou cidade onde atua, aqui como exemplo, podemos citar o caso que ocorreu no Japão com o craque Zico, que se tornou o ícone da disseminação do futebol no Japão e até hoje é ídolo neste país.
Neste continente a aceitação da marca SANTOS F.C., seria muito mais facilitada se compararmos com o que ocorreria na EUROPA por exemplo.
Imaginemos aqui, que uma camiseta comemorativa ao milésimo gol de Pelé fosse comercializada na China, e que o lucro liquido da venda unitária deste produto fosse de US$ 1,00 ; seriam vendidas 1.000.000 de unidades? (cabe aqui como em qualquer projeto uma pesquisa de mercado).
Imaginemos agora, um SANTOS JAPAN TEAM, um SANTOS CORÉIA TEAM, um SANTOS CHINA TEAM, criando escolinhas de futebol, intercâmbio de jogadores das diversas categorias, inclusive os jogadores profissionais que não estivessem sendo aproveitados no SANTOS F.C. BRASIL, quanto seria arrecadado em patrocínios para estes times em seus paises? Quanto o SANTOS F.C BRASIL. conseguiria efetivamente com a participação sobre estas operações? Quais seriam as cotas de TV para a transmissão de um amistoso entre o SANTOS BRASIL X SANTOS JAPAN com uma festividade comemorando os 70 anos do Rei Pelé que daria o ponta pé inicial da partida?
Muitos investidores e empresas não obtiveram sucesso neste tipo de empreendimento, podemos citar: ISL, Hicks Muse, entres outros, pois, pensaram apenas na representatividade dos clubes (Flamengo, Corinthians, Grêmio) no mercado interno, e, na compra e venda de jogadores.
O que difere neste projeto, é que, a marca será explorada pela sua essência mundialmente, o que não impede avanço desta exploração no mercado brasileiro.

