Seleção Brasileira – a punição – parte 2


Anteriormente as maiores seleções do mundo brigavam com foice pelo direito de disputar uma partida com a equipe nacional.


Invariavelmente eram escolhidos pelo critério técnico, pelo beneficio que poderiam causar na evolução da equipe.


Hoje, o Imperador da CBF, conseguiu banalizar também os adversários da equipe.


Se você for uma pessoa de muito dinheiro,  dono de uma equipe de futebol, e estiver disposto a pagar o preço da CBF, terá imensas chances de conseguir marcar um amistoso com a Seleção.


Agora, quanto ao treinador, nem se fala.


Em um tempo nem tão distante assim, nos meados da década de 70, inicio da de 80, o cargo de treinador da equipe foi disputado por gente do nível de Telê Santana, Rubens Minelli, Enio Andrade entre outras feras.


Hoje, o Imperador da CBF, presenteia a Seleção com Dunga.


Treinador(?) que esta se aventurando no comando da maior equipe do mundo.


E como começou mal.


Primeiro se sujeitou a subserviência ao todo poderoso da CBF, aceitou a lista dos não-convocaveis e pior, convocou muita gente sobre suposta indicação de empresários, um deles, seu amigo de 12 anos.


Para que a Seleção fosse ainda mais penalizada, Dunga resolveu que as estrelas deveriam ser punidas pelo fiasco de 2006, quando na verdade estaria prejudicando a própria equipe, obrigada a entrar em campo com jogadores do nível de Doni, Afonso, Fernando e assemelhados.


Castigou as poucas pessoas que ainda acompanham a Seleção com certo entusiasmo e se vêem privadas de seu direito de torcer pelos melhores jogadores do Brasil no momento para assistirem um desfile de atletas empresariados esperando por uma transferência.


Não há outra razão para justificar a ausência de Kaká e Ronaldinho Gaucho no amistoso contra a temível Argélia no dia de amanhã.


A Seleção esta sendo punida pelo seu imperador, que odeia futebol e por esse motivo não suporta a idéia de que ela nos proporcione novas alegrias.


Uma verdadeira ingratidão.

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