O fim de um pesadelo
Amigos internautas acabo de chegar da reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians que decidiu por 241 x 0 encerrar a nefasta parceria entre o clube e a organização mafiosa MSI.
A outra decisão importante da noite foi a marcação da reunião do Conselho Deliberativo no dia 07/08 que decidirá pelo afastamento ou não de Alberto Dualib e Nesi Curi, ambos indiciados pelo MPF por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Se o Conselho decidir pelo afastamento, o que é muito provável, no dia 12/08, haverá uma assembléia geral no clube, ocasião em que os sócios terão direito a voto, e decidirão o destino da dupla Dualib e Nesi.
Mas a história dessa reunião, que poderia ter tido um resultado diferente se não fosse a atuação firme de pessoas de bem que asseguraram o bom andamento da votação, começou no dia anterior, em uma reunião golpista orquestrada pela oposição, comandada por Andrés Sanchez.
Na noite de segunda feira, 23/07, a turma de Andrés Sanchez se reuniu em um tradicional clube da zona leste, o Sampaio Moreira, para orquestrar um golpe que os beneficiaria, em serviço dos mafiosos da MSI e contra os interesses do Corinthians.
Eles planejaram votar contra o encerramento da parceria com o argumento de criarem uma auditoria de 90 dias para supostamente analisarem quem teria faltado com o compromisso firmado em contrato, o clube ou os mafiosos.
Um golpe sujo, orquestrado por pessoas com clara intenção, de beneficiar a quadrilha da MSI em detrimento do clube.
Mas tudo foi diagnosticado a tempo.
Andrés chegou ao clube e tentou, em vão, formar a opinião dos conselheiros, utilizando-se do argumento já relatado.
Para a imprensa, com extrema cara de pau, ele declarava que votaria pelo fim da parceria, e nos bastidores trabalhava pela manutenção da mesma, quase que desesperadamente tentando reverter um quadro que já estava definido.
A reunião do Sampaio Moreira foi uma das maiores demonstrações de desrespeito pelo clube em toda a sua história.
Quem dela participou ficara marcado para sempre pelo estigma da falta de decência e conivência com a corrupção.

