A verdade sobre o caso Dinelson.

Dinelson estava arrebentando no Paraná Clube.


O Flamengo demonstra interesse, procura o Corinthians, o jogador, e deixa tudo acertado.


O incompetente e nocivo Nesi Curi pede para que o jogador se desligue do Paraná e volte para São Paulo a fim de oficializar a transferência.


Dualib, em lua de mel na Inglaterra com Kia e Duprat, liga da Europa para o “dono” do departamento de futebol amador do clube, Nesi Curi, para perguntar como vão as coisas.


O dirigente, feliz da vida, conta para Dualib sobre o caso Dinelson, esperando ser elogiado pela negociação.


Dualib, ao contrário, fica uma fera com seu parceiro de negócios e diz que ninguém entra nem sai do clube sem o seu aval, diz ainda para brecar tudo e esperar pela sua chegada.


Nesi, coloca o seu imenso rabo preso entre as pernas e comunica o jogador sobre a decisão de Dualib.


Dinelson, que já havia acertado um bom contrato com o Flamengo, o melhor de sua carreira, fica transtornado e sai da sala de Nesi soltando fumaça pelo nariz.


Logo em seguida o jogador liga para a diretoria do Flamengo e pede para que eles tomem uma posição sobre o caso.


O Flamengo tenta, mas nada consegue.


Fala-se, nos bastidores do clube, que a razão para o veto de Dualib não tem nada a ver com o fato de Willian ter sido convocado para a seleção sub-20, como a atual direção tenta transparecer a imprensa.


A versão corrente é de que Dualib, conhecendo Nesi Curi, sabe da sua “mania” de levar vantagens financeiras nas transações em que participa, e que estranhou que a negociação tenha sido efetuada sem que fosse consultado previamente e que somente após tudo finalizado tenha sido comunicado.


É cobra comendo cobra…


Obviamente, o unico lesado na história é o jogador, que estava vivendo um grande momento profissional e agora fica refém de uma decisão que não deve ser tomada tão cedo.


E o pior é que o clube, após Dinelson ter se indignado, com total razão, ainda fala em puni-lo, como se o atleta fosse o culpado por toda a sujeira que envolve a transação.


A marionete, Ilton José da Costa, virou o porta voz das asneiras de seus superiores, prestando-se a um papel lamentável de tentar denegrir o atleta.


Um famoso ex-atleta do clube, agora comentarista de televisão, amigo pessoal de Dinelson, também já tentou interceder, mas percebeu que os interesses eram muito maiores do que uma simples negociação.


Vamos aguardar a volta da “comissão da vergonha”, Andrés Sanches, Marlene Matheus e convidados, e da dupla dinâmica, Alberto “Coveiro do Parque” Dualib e Renato “Caloteiro da Unicor” Duprat para ver o final da novela.


Deprimente.

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