O que fazia o financeiro de Andres e Duílio no camarote da presidência do Corinthians?

Circularam, logo após o vexame do Corinthians, goleado com piedade pelo Palmeiras — que, se forçasse, teria marcado muito mais do que os quatro gols assinalados —, fotos constrangedoras do camarote utilizado pela presidência alvinegra.
Presentes, vários representantes da turma do “não perco uma boca-livre”.
Alguns deles, de costas para o campo, pareciam mais preocupados com os salgadinhos e as bebidas do que com a vergonha presenciada.
Em meio às “celebridades” estava Wesley Melo, diretor de Finanças das gestões Andres Sanchez e Duílio “do Bingo”, formalmente acusadas na Justiça de desviar dinheiro da agremiação.
Um escárnio.
Em julho, o próprio Wesley tornou-se réu em processo relacionado a supostos desvios de R$ 3,4 milhões do Corinthians.
O Ministério Público atribui a ele omissão relevante na fiscalização dos recursos.
Quais seriam as razões de sua presença num camarote ocupado, em tese, por pessoas que se opõem à ‘Renovação e Transparência’, grupo no qual exerceu o protagonismo descrito?
Teria sido cooptado pelas benesses do poder kalunguiano?
Nada surpreende na presidência de Osmar Stabile.
Seja pela incompetência explícita ou pela ausência de vergonha, a mesma que, recentemente, o levou a recorrer ao “Rei do Pix” para negociar um acordo do Corinthians com a CAIXA, apesar de sua condenação por improbidade administrativa e de ser investigado sob acusação de desviar dinheiro de Catanduva.


