Covardia de Marcelo Paz é uma das culpadas pelo fracasso corinthiano

Após atingir os limites da zona de rebaixamento, o Corinthians, que se habituou a sofrer nos Campeonatos Brasileiros, decidiu demitir o treinador Fernando Diniz, que, diante de seu histórico recente, sequer deveria ter sido contratado.
Enquanto isso, os principais responsáveis pelo fracasso seguem ilesos — quando não, premiados, como é o caso de Memphis Depay, que renovou contrato recentemente.
Falar de Osmar Stabile é perda de tempo.
Incompetente contumaz, é mero pau-mandado de um grupo que tomou o Corinthians de assalto desde a gestão Roberto de Andrade.
Fora desse círculo, a esperança era o executivo Marcelo Paz.
Chegou com fama de grande gestor, após um período de conquistas no Fortaleza.
Se, no Nordeste, a autonomia parecia fundamental para o bom trabalho realizado, no Corinthians faltou — e continua faltando — coragem para se posicionar.
A covardia, provavelmente motivada pelo fato de ter passado a embolsar, no Timão, o dobro do que recebia no clube anterior, impacta diretamente seu trabalho e, consequentemente, sua reputação.
Melhor seria sair e deixar claras as razões da demissão.
Permanecer como está, sem o efetivo comando, servindo de escudo para incompetentes, levará o Corinthians a sucessivos vexames, além de prejudicar o próprio profissional.
Seja quem for o próximo treinador, encontrará as mesmas condições de trabalho de seu antecessor.
Ou seja, inviáveis.
Elenco ruim, salários atrasados, jogadores incomodados com a diretoria e, consequentemente, com Paz, intermediário de promessas descumpridas.

