Edu Gaspar deixou o Nottingham Forest pela porta dos fundos

Contratado em julho de 2025 para exercer a função de diretor global de futebol, o brasileiro Edu Gaspar foi demitido pelo Nottingham Forest na semana passada.
Há meses, porém, estava proibido de frequentar as instalações do clube.
Sua saída sequer foi anunciada em comunicado oficial.
Constrangedor para quem chegou com cargo pomposo e reputação de grande executivo.
Em 7 de março, o Blog do Paulinho já havia noticiado que Edu fora proibido de frequentar o CT e o estádio.
O encerramento do contrato formaliza, agora, a ruptura.
Os números ajudam a dimensionar o fracasso.
Até março, o Nottingham Forest havia gastado 200 milhões de libras em contratações — aproximadamente R$ 1,4 bilhão na conversão utilizada — e recorrido a quatro treinadores em oito meses.
Os resultados foram pífios.
A proximidade de Gaspar com Kia Joorabchian, Pini Zahavi e Giuliano Bertolucci, revelada neste espaço, aos poucos se tornou conhecida pelos cartolas ingleses, que decidiram, há meses, pelo afastamento provisório do dirigente.
Agora, o afastamento tornou-se definitivo.

