Eleições 2026: o que está em jogo é o Regime

O Brasil retornará às urnas para eleger presidente da República, senadores, deputados federais e estaduais — além dos distritais, em Brasília — porque, em 2022, elegeu Lula e, no início de 2023, deu fim a uma tentativa de ruptura que colocou vários golpistas atrás das grades, entre eles o líder dos bandidos, Jair Bolsonaro.
Não fosse isso, a ditadura estaria instaurada.
Lula é o único candidato do campo progressista e, novamente, terá sobre si a responsabilidade de derrotar a extrema direita, que anseia pela troca do regime e pela posterior submissão do Brasil aos interesses dos Estados Unidos.
Seríamos, na prática, uma república de bananas.
Com os pilantras da família Bolsonaro saqueando o país livremente, vingando-se daqueles que os desmascararam e permitindo a seus colaboradores — muitos deles milicianos — uma vida de crimes sob o amparo governamental.
A esse escárnio se somaria o atraso.
Direitos fundamentais seriam abolidos, minorias perseguidas, ciência e cultura abandonadas, conduzindo o Brasil a um devastador processo de involução humana.
Nossas riquezas seriam entregues e administradas pelos americanos que, em troca, garantiriam a estabilidade da ditadura instaurada.
É disso que se trata.
O que está em jogo neste domingo é o regime.
Votar “13”, em Lula, é garantir a permanência de um governante que acertará e errará, como todos, mas que, comprovadamente, mantém compromisso leal com a democracia.
O contrário é a barbárie.
As opções estão postas, e é você quem decidirá em que Brasil quer viver com sua família.

