Permissividade do Palmeiras sustenta malcriação de Abel Ferreira

O Blog do Paulinho já tratou do assunto e, embora possa parecer repetitivo, diante dos reiterados episódios de comportamento malcriado de Abel Ferreira, faz-se necessário, ao menos, resumir o que pensamos sobre ele.
Principalmente quanto à necessidade, óbvia, de tratamento psicológico.
Não é normal que um adulto, perto de completar 48 anos, comporte-se como um adolescente imbecilizado.
A agressividade demonstrada em público torna-se ainda mais preocupante quando levamos em conta que, em regra, o comportamento tende a ser pior intramuros.
Se for assim, a família do treinador deve saber.
Os jogadores também.
Evidentemente, tudo isso seria, em tese, tratável mediante acompanhamento profissional que, ao que parece, ninguém de seu convívio tem coragem de sugerir — certamente, alguns por medo da reação.
Grande parcela da culpa é do Palmeiras.
Caberia ao clube exigir que Ferreira se comporte, ao menos à vista do público, com a educação mínima necessária.
A omissão gera a sensação de que está tudo bem, estimulando a continuidade dos despautérios.
Se não houver correção pela via mais tranquila, que ela ocorra por meio da responsabilização.
Urge que o STJD e a CBF imponham limites a Abel Ferreira.
As punições têm de ser pesadas.
Para que sirvam de exemplo e estimulem, talvez, o Palmeiras a deixar de temer quem deveria, por força da hierarquia, estar preocupado com os efeitos da própria imbecilidade.

