Limitações intelectuais do presidente do Corinthians

Não são desconhecidas do público as limitações intelectuais de Osmar Stabile, presidente do Corinthians, comprovadas ao longo de toda a sua trajetória política no clube alvinegro.
Evite confundi-las com a sorte de estar no lugar e na hora certos, que o alçou à condição de mandatário “fantoche” da agremiação.
Vamos nos concentrar apenas nos episódios mais recentes.
A estupidez de tentar fazer graça durante entrevista à ESPN, dizendo que assinaria o acordo com a SAFIEL se ela quitasse a dívida do estádio, gerou um contragolpe astuto dos idealizadores do projeto, que se comprometeram a pagar desde que existam condições estatutárias que o permitam.
Todos os lados sabem que elas não existem.
Ou seja, a SAFIEL aceitou porque sabia que não precisaria pagar.
Ainda assim, saiu vitoriosa perante a parcela mal-informada da opinião pública ao se aproveitar da asneira do presidente.
Outra burrice.
Ontem, no Parque São Jorge, como ocorre frequentemente em períodos eleitorais, um grupo de associados circulou pelo clube com faixas e cânticos de protesto que, se ignorados, teriam repercussão limitada.
Stabile, por estupidez ou por ter sido mal orientado, decidiu impedir as manifestações.
Em troca, ganhou vídeos que viralizaram expondo seu gesto ditatorial, que, aí sim, acabou repercutindo fora do Corinthians.
Um gênio.
Útil não ao clube, evidentemente, mas aos que lhe puxam o cabresto desde que o poder lhe caiu no colo, embora seja efetivamente exercido pelo grupo do capo Paulo Garcia.

