Os erros na suspensão da expulsão de braço direito de ex-presidente no Corinthians

Em despacho datado de 1º de julho, Romeu Tuma Junior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, suspendeu a expulsão de Valmir Costa, braço direito do ex-presidente Augusto Melo, que havia sido excluído do quadro associativo pela Comissão de Ética.
A fundamentação é clara:
“Nos termos do artigo 37, parágrafo 2º, do Estatuto Social, a defesa do associado recorreu a esta Presidência e requereu, além das questões de mérito, efeito suspensivo da decisão enquanto tramita o devido recurso.”
Em síntese, a penalidade somente entrará em vigor após o julgamento do recurso pelo plenário do Conselho Deliberativo.
Esse “erro”, evidentemente repetido em outros casos, abre margem para a anulação de decisões tomadas com a mesma precipitação.
É o Corinthians sendo administrado com a incompetência habitual.
Para que não fiquemos apenas nos equívocos da Comissão de Ética, o despacho do Conselho, embora juridicamente correto, foi assinado por Tuma com um grave erro de português: a palavra “suspensivo” foi grafada como “suspencivo”.

O Word, ou qualquer outro aplicativo utilizado para a redação do texto, se fosse humano, estaria constrangido.
Para quem preza pelo bom convívio familiar, o retorno de Valmir — e as prováveis extensões desse benefício a outros marginais, ainda que temporariamente — voltará a enlamear o Parque São Jorge, ambiente que, por essa razão, deveria ser evitado.

