A estupidez do Santos jogar de azul num clássico contra o Palmeiras

Ontem, Palmeiras e Santos empataram em um a um pelo Campeonato Brasileiro.
No auge de Pelé, eram clubes que protagonizavam duelos inesquecíveis.
Não à toa, o encontro entre eles é tratado como “o clássico da saudade”.
Quem viu, não esquece.
Seja por respeito ou, ao menos, bom senso, espera-se que as equipes entrem em campo com seus uniformes tradicionais: o Palmeiras de verde e o Peixe de branco.
Qual a razão de, ontem, o Santos ter jogado de azul?
É compreensível que os clubes, por questões comerciais, permitam a criação de um terceiro uniforme — em regra, descaracterizado das cores oficiais — e até que o utilizem em amistosos ou partidas pontuais, mas nunca em situações desta magnitude, cercadas de tanta história.
