Coluna do Fiori

“Mantenha-se sempre atento, a distração pode trazer problemas maiores do que originalmente o eram”

Brocardo de:  Gabriel Garcia de Oliveira

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Nona Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Quarta Feira 01/04

Internacional 1 x 1 São Paulo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)

Item Técnico

Árbitro e assistentes não foram exigidos

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores Colorado, um destes, técnico Paulo Cesar Pezzolano Suarez – 01 para Tricolor Paulista

Fluminense 3 x 1 Corinthians

Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)

VAR

Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)

Item Técnico

Desempenho normal do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor das Laranjeiras – 04 para Alvinegros Paulista

Vermelho Direto: para Ricardo Henriques Pinto, preparador físico do Fluminense por contestar decisões do árbitro.

Idem: para Allan, camisa 29, do Corinthians, por agressão ao oponente Lucho Acosta, camisa 32, seguido de o repulsivo sacudir dos testículos dirigido aos componentes do banco de reservas da equipe carioca.

Ressaltando

No ato da agressão do corintiano Allan para com oponente Lucho Acosta, árbitro lhe advertiu com cartão amarelo; houvera sacodido seus testículos para flamenguistas, ele vaselinou.

Corretamente

VAR sugeriu sua ida até o monitor para rever o acontecido,

Ali

Estando, viu, reviu, voltou pra campo, trocou o cartão amarelo pelo vermelho. Deveria tê-lo feito de pronto.

Quinta Feira 02/03 – Santos 2 x 0 Remo

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

Árbitro e assistente exerceram suas funções sem interferirem no resultado

Em relação

A sinalização de impedimento do atacante santista Escobar (camisa 31), assinalada pela assistente 01, no instante em que ele dominou e tocou a bola para o companheiro Moisés mandar para o fundo da rede – lance confirmado segundos depois pelo VAR, via TV, entendi ter sido bem ajustado, uma vez que a assistente Leila Naiara Moreira da Cruz (FIFA-DF) atuava na linha lateral oposta ao acontecido.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para integrantes do Alvinegro Praiano – 02 para defensores do Leão Azul

Palmeiras 2 x 1 Grêmio

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)

VAR

Caio Max Augusto Vieira (FIFA-GO)

Item Técnico

Bruno Arleu Araújo, mediano árbitro, conhecido por cometer erros primários, não é merecedor do escudo FIFA.

Explico

O gol de empate 1×1 sinalizado pelo gremista Carlos Vinicius, camisa 95, foi antecedido de falta inexistente (tendo a redonda batido no braço de defensor gremista), cobrada por gremista em direção ao goleiro Weverton, camisa 01, que a pegou com as mãos.

Lance

Irregular do goleiro, que deveria ter sido punido com tiro indireto, conforme consta na regra 12.

Completando

Neste episódio, e semelhantes, o bom árbitro nunca fica de costas.

Sendo assim

Assoprador errou feio.

Cartão Amarelo: 04 para gremistas, um deles, o técnico Luis Manuel Ribeiro de Castro

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Coluna em Vídeo

Por conta de problemas na agenda do Paulinho – que edita o programa – a versão em vídeo da Coluna não será publicada esta semana, retornando o mais brevemente possível.

Desde já pedimos desculpas.

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Política   

Tal pai, tal filho

Em conferência da extrema direita nos EUA, Flávio Bolsonaro sugere que eleição presidencial só será ‘livre e justa’ se ele vencer, mostrando que é um orgulhoso herdeiro do golpismo do pai

A natureza é algo implacável. O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, vem tentando se apresentar como uma versão “moderada” do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas não tem jeito: o golpismo bolsonarista parece ser mesmo genético.

Ao discursar na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), convescote de extremistas de direita realizado nos Estados Unidos, Flávio defendeu o “monitoramento” das eleições brasileiras e sugeriu “pressão diplomática” externa para garantir um pleito “livre e justo”. Arrematou dizendo que, “se o nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer”, numa sugestão nada sutil de que ele só não será eleito se houver fraude ou manipulação.

É isto o que Jair Bolsonaro passou anos fazendo e que foi um dos motivos de sua condenação por tentativa de golpe de Estado: colocou sistematicamente em dúvida a lisura das eleições brasileiras e chegou a mobilizar embaixadores estrangeiros às vésperas da votação de 2022 para disseminar essa farsa golpista. Flávio homenageia o pai ao incitar os americanos a pressionar as instituições brasileiras caso ele perca a eleição.

Nesse sentido, também fiel ao manual bolsonarista, Flávio deu ares de verdade à fábula segundo a qual o governo americano, então presidido pelo democrata Joe Biden, financiou, por intermédio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 2022 contra Bolsonaro. “As mesmas pessoas que prenderam meu pai tiraram esse homem – o ex-presidente socialista Lula da Silva, condenado múltiplas vezes por corrupção – da prisão e o colocaram de volta na Presidência. Tudo isso sob uma enxurrada de dinheiro da USAID e com massiva interferência da administração Biden”. Como de hábito, nenhuma prova disso foi apresentada – mas, afinal, um bolsonarista de verdade não precisa de provas para acreditar em teorias da conspiração como essa.

De todo modo, só engoliu a moderação de Flávio Bolsonaro quem quis. No ano passado, em reveladora entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o senador traçou o perfil adequado do candidato a presidente que quisesse representar bem o bolsonarismo: segundo Flávio, teria de ser alguém que articulasse a anistia ao pai no Congresso Nacional e que tivesse “disposição” de impedir que o Supremo Tribunal Federal interferisse nessa decisão, isto é, “fazer com que o Supremo Tribunal Federal respeite os demais Poderes”. E acrescentou, sem circunlóquios: “É uma hipótese muito ruim, porque a gente está falando de possibilidade e de uso da força”.

Está aí, com todas as letras, o discurso politicamente liberticida do bolsonarismo. É digna de nota a facilidade com que o senador Flávio Bolsonaro usou a expressão “uso da força”, com a clara intenção de intimidar os adversários do pai e as instituições democráticas que lidaram com o seu golpismo. E agora, não menos indecorosa, é a tentativa de mobilizar o governo dos Estados Unidos e de outros países governados pela direita simpatizante do presidente americano, Donald Trump, para lançar dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro e, por fim, não reconhecer uma eventual derrota do bolsonarismo na eleição presidencial.

Na tal convenção de extremistas de direita nos Estados Unidos, Flávio disse que a eleição brasileira deve respeitar “os valores de origem americana”. A esta altura, não se sabe bem o que isso significa. Não faz muito tempo, esses “valores de origem americana” incluíam respeitar o resultado das urnas. Considerando que Donald Trump – ídolo de Flávio Bolsonaro e do pai dele – jamais aceitou sua derrota para Joe Biden em 2020 nem provavelmente aceitará qualquer outro revés eleitoral, atribuindo-o sempre a fraudes inexistentes, os “valores de origem americana” aos quais o senador se refere certamente não são os mesmos que o mundo livre aprendeu a admirar.

Opinião do Estadão publicada na terça-feira dia 31/03/2026 às 03h00

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares; e nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“O processo eleitoral brasileiro é amplamente auditável, íntegro e perfeitamente seguro”

Autoria da Ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP: 04/04/2026

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