Botafogo entre golpistas

Não é fácil a situação do Botafogo, em meio à disputa nos bastidores pelo controle da SAF que detém 90% do futebol alvinegro.
De um lado, o grupo Eagle, formado por investidores que, aparentemente lesados por John Textor, tentam assumir o comando da operação.
Do outro, além do próprio americano, surge a possibilidade de associação com o grego Evangelos Marinakis — tão nebuloso quanto.
Ambos são tratados, internacionalmente, como golpistas.
No centro desse cenário, conselheiros do Botafogo que se venderam a Textor por menos de trinta moedas.
Os títulos recentes, conquistados sob doping financeiro, mascaram as irresponsabilidades.
Se o Lyon — que era o queridinho de Textor — foi abandonado na primeira curva, o que esperar do Botafogo, adquirido desde o início para funcionar como entreposto de jogadores?
