Por que Menin não trata o Galo como o faz com suas empresas?

Detentor de dívida bilionária, mau pagador de salários — com atletas do clube em constante protesto —, gastador inveterado e irresponsável, o Atlético/MG pouco mudou após a transformação em SAF, vendida ao empresário Rubens Menin.

Ampliou-se, talvez, a ganância.

Enquanto isso, na vida particular, as empresas do dono do Galo seguem esfuziantes.

Tanto a MRV quanto o Banco Inter — que lhe garantem um patrimônio superior a R$ 10 bilhões — nadam em lucratividade.

Por que, então, a gestão do Atlético não trabalha no mesmo padrão?

Levando-se em consideração que Menin não rasga dinheiro, a suspeita é inevitável.

O futebol é campo farto — e fértil — para soluções financeiras à margem do que permite a legislação.

Quando um empresário, diferentemente do que faz em suas demais empresas, passa a gastar deliberadamente mais do que arrecada, há, no mínimo, algo a ser investigado.

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