Má-fé como estratégia para retomar o poder no Corinthians

Ontem, um correligionário de Augusto Melo protocolou mais uma ação judicial, semelhante às anteriores — que já tiveram liminares negadas — como estratégia desesperada para reconduzir o presidente afastado ao poder.

É a má-fé, em litigância, a serviço dos que foram indiciados sob acusação de integrar uma quadrilha destinada a furtar dinheiro do Corinthians.

Prática deplorável, embora lucrativa para o advogado José Eduardo Cardozo, que tem se prestado ao triste papel.

Antes do constrangimento ao Judiciário, houve preparação.

Informações dão conta de que partiu de Cardozo a orientação para a tresloucada invasão da sede presidencial do clube, como estratégia para criação de um fato político que, não por acaso, foi incluído nas petições protocoladas.

A Justiça precisa se posicionar.

Negar as liminares é insuficiente diante do jogo sujo que se desenrola neste momento.

O comportamento deliberado de litigância de má-fé — aparentemente configurado — além de moralmente desprezível, pode ser tratado como criminoso, gerando também prejuízos à população, que se vê impedida de obter a resolução de seus problemas com a celeridade prevista na Constituição.

É nesse esgoto de ideias, pessoas e procedimentos que o Corinthians segue sendo disputado.

 

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