Messi e Cristiano Ronaldo não param de vencer

Na última quinta-feira, ao vencer o Chile, em Santiago, a Argentina conquistou o simbólico título — que deveria ser oficial — de campeã das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.

Com três rodadas de antecedência, dez pontos à frente do segundo colocado (Equador) e doze do Brasil — seu principal rival.

Um passeio.

Novamente sob a liderança do genial Lionel Messi — prestes a completar 38 anos.

Ontem, Portugal, que havia superado a Alemanha nas semifinais, venceu a favorita Espanha na final (dois a dois no tempo normal, zero a zero na prorrogação e cinco a três nas penalidades), conquistando a Copa das Nações pela segunda vez.

Feito inédito até então.

Aos 40 anos, Cristiano Ronaldo não só jogou como um garoto, mas contribuiu com o gol decisivo da partida — o do empate, que levou à disputa por pênaltis.

São gênios dos quais jamais esqueceremos.

É sempre emocionante vê-los vencer.

No caso de nós, brasileiros, uma admiração genuína, com uma pontinha de inveja, pois o sujeito tratado pela mídia como nosso maior craque — cinco anos mais novo que Messi e sete que CR7 — não passa de um embuste, dentro e fora de campo.

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