Augusto Melo vs. Rozallah Santoro é o imundo falando do mal-lavado

Em desespero, o presidente do Corinthians, Augusto Melo, denunciou o ex-diretor de finanças, Rozallah Santoro, como se fosse único responsável pelos malfeitos com o dinheiro do clube durante a participação na desadministração.

Pede que o cartola seja expulso do clube.

Contou mentiras e distorceu verdades.

Ocultou, por exemplo, que Santoro se prestava apenas a avalizar os desmandos da diretoria, como comprovado no episódio do pagamento de comissão da Vai de Bet – em que presenciou a falcatrua e se calou.

Somente após a mídia escancarar a ação criminosa, a muito contragosto, o ex-financeiro, diante da humilhação explicitada (afrontado pelo diretor Marcelo Mariano), decidiu se retirar do cargo – quase retornando, pouco após.

Em resposta ao ataque de Augusto, Rozallah disse verdades, alguma delas ruins para ambos.

Nenhum deles teve a coragem de dizer, porém, que o contrato da Vai de Bet, com a inserção criminosa de um intermediário que não intermediou, passou pela aprovação de um departamento jurídico que, apesar de comandado por Yun Ki Lee, tinha entre os integrantes – com acesso privilegiado à espeteza, o advogado Luiz Felipe Santoro, irmão de ex-diretor financeiro.

É difícil crer que os parentes não dialogaram sobre o assunto.

Augusto Melo vs. Rozallah Santoro é o típico caso do imundo falando do mal-lavado, ambos indignos de ocuparem qualquer posição importante em Parque São Jorge.

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