Não afastar Marcelo Teixeira é atentar contra o Santos

Conforme demonstrado em matéria de Tiago Salazar para a Gazeta Esportiva, o Santos, nas contas de 2024, ultrapassou em 25,8% o déficit permitido pelo PROFUT.
Trata-se de ‘ato de gestão irregular ou temerária’ comprovado.
Não há margem a dúvida.
Urge, conforme previsto pela legislação, o afastamento imediato do presidente Marcelo Teixeira.
Mas não apenas isso.
O Conselho é obrigado a denunciá-lo aos órgãos competentes, iniciando, paralelamente, procedimento para que o Peixe seja ressarcido dos prejuízos.
Respondem com o patrimônio não apenas o mandatário, mas qualquer conselheiro que prover cobertura ao ilícito – como, por exemplo, ter votado à favor de contas flagrantemente ilícitas.
Em 2009, Marcelo Teixeira teve as contas reprovadas pelo conselho, mas, ainda assim, conseguiu, décadas após, retornar ao poder.
A Síndrome de Estocolmo, que acometeu os responsáveis pela insanidade, recolocou o Peixe em péssima situação administrativa, financeira e esportiva, além de, provavelmente, em posicionamento jurídico complicado.
