Se vier, Ancelotti chegará ‘contaminado’ à Seleção Brasileira

Diego Fernandes, Ednaldo Rodrigues e Neymar pai

A notícia de que a negociação de Carlo Ancelotti é coordenada, com aval da CBF, por Neymar Pai, através do empresário de jogadores Diego Fernandes, joga por terra qualquer esperança de futuro para a Seleção Brasileira.

Fala-se em salário de R$ 5 milhões mensais – o maior do planeta para treinador de seleções.

Diante deste rendimento, com a necessidade de renovar o vínculo após a metade de 2026 – o acordo inicial será apenas e um ano, Ancelotti teria coragem de desagradar seus contratantes?

Tamanho para fazê-lo é inegável que possui, mas como não impactar o trabalho?

A parceria de Ednaldo Rodrigues/Reinaldo Carneiro com os Neymar é perniciosa para o futebol nacional.

Enquanto estiver vigente, não há quem possa escapar de seus interesses.

Diego Fernandes, além de agenciar jogadores, é metido no mercado financeiro e, em 2014, lançou a fracassada iniciativa de dividir percentual de atletas com investidores, que nomeou ‘Panela FC”.


Relembre:

“Vamos ajudar clubes e atletas”, diz CEO do Panela FC, a bolsa de valores do futebol

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