Nem a FIFA quis arriscar com o VAR brasileiro

A FIFA escolheu os árbitros que apitarão no Mundial de Clubes e, dentre eles, há dois brasileiros: Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abel, que, na média, possuem bom trabalho.
Nenhum VAR deste país será levado.
É justo.
Em local algum do planeta o VAR, criado para auxiliar a vida do árbitro, é tão mal utilizado.
Seja por incapacidade ou vaidade de seus operadores.
Somente o desespero pelo holofote justifica a interferência descabida em determinados lances ou não enxergar o que todos perceberam em diversos ângulos de imagem.
A reciclagem, necessária após a vergonhosa ausência do Mundial, além de técnica, terá que ser também psicológica e, talvez, de caráter.
O VAR é maravilhoso; ruim são os árbitros que os operam.
