Julgamentos de poderes do Corinthians não podem ser tratados como Tribunais do Crime

Há alguns dias, requerimento contendo assinaturas de 75 conselheiros e 1.817 associados em pedido de afastamento de Romeu Tuma Junior da presidência do Conselho Deliberativo foi protocolado na Comissão de Ética do Corinthians.

Trata-se de fraude.

Tirando as rubricas dos conselheiros, todos alinhados com Augusto Melo, boa parte das firmas dos sócios não resistiriam a simples checagem.

Há desde assinaturas realizadas por terceiros até, em grande maioria, as tomadas sob coação.

Durante semanas, o conselheiro Roberto William Miguel, cercado de brutamontes, abordou associados na entrada do clube (ao lado das catracas) ameaçando-os com o abaixo-assinado.

Este blog é absolutamente crítico à atuação de Tuma Junior na presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians, assim como, também, da gestão Augusto Melo.

Os dois, com péssimos comportamentos, deveriam ser afastados de suas funções.

Mas não é aceitável, para que se chegue a estes resultados, que atos de banditismo sejam cometidos.

O julgamento do Presidente Corinthians, ou do Conselho Deliberativo, deve ser realizado sob a régia do Estatuto, sem burla à legislação brasileira, não como se fosse o Tribunal do Crime do PCC.

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