Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

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Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de  Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do  futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não espere o futuro mudar tua vida”

Racionais Mc’s: Pensador  

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CA da FPF presidida por Patricio Loustau, vice-presidência: Ednilson Corona e Marcelo Rogério Caetano na gerência

Observo que: sem se preocupar de estar sob a luz das câmaras televisiva, páginas dos jornais e revistas

Com

Competência, Respeito e Perseverança, notifica aos seus comandados para permanecerem bem física e psicologicamente preparados em aplicar as leis do jogo sem se preocupar com as cores da camisa, pressão de dirigentes e torcedores

No transcurso

Da série A do Paulistão 2025 arbitraram pela primeira vez: Mariana Nani Batalha (arbitrou a São Paulo 3 x 2 Corinthians na final da Taça São Paulo de Futebol Junior) – Guilherme Francisco Maciel – Guilherme Nunes Santana – Renan Pantoja Quedi – Murilo Tarrega Victor e Daiane Muniz

O Mito e as Mulas

Assim como ocorre na política nacional, o SAFESP possui um Mito.

Aratão, condenado duas vezes por assaltar os cofres públicos através da administração do Pacaembu.

Todo Mito se sustenta através da bajulação dos que participam de seus rolos e pela devoção de suas Mulas, cegas de amor por quem delas se aproveita.

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6ª Rodada da Série A do Paulistão 2025 – Sábado 01/02

Corinthians 2 x 1 Noroeste

Árbitro: João Vitor Gobi

VAR

Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

No 24min e30s da primeira etapa, senti firmeza no árbitro e assistente 01:  Daniel Luis Marques, por terem aplicado corretamente a lei do jogo no instante que: Memphis Depay atacante corintiano, se encontrava no centro da área grande, tendo somente o goleiro no seu costado, foi presenteado com o vinda da redonda em sua direção, cabeceada por defensor da equipe da casa

Rapidamente

Dominou a redonda no peito, aplicando certeira bicicleta, encontrando goleiro atento, que a rebateu para escanteio.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para Alvinegros e 03 para Maquininhas vermelhas

Vermelho: Direto para Rodolfo Filemon defensor do Noroeste, por ter impedido que o corintiano Yuri, de seguir no lance de grande possibilidade de tocar a redonda pro fundo da rede

Santos 3 x 1 São Paulo

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)

Item Técnico

Luiz Flavo de Oliveira não teve influência no cômputo da refrega, entretanto, pecou e muito por não se impor diante de casos de indisciplina, idem quanto seu distanciar na maioria dos lances.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para Santistas idem a São-paulinos

Vermelho: Direto para Pedro Miguel Faria Caixinha, técnico santista por ter dito pro o árbitro ir “pra puta que pariu”, no instante que deixou de sinalizar claríssima falta em cima de um dos seus comandados, acontecida próximo do espaço em que trabalhou.

Domingo 02/02 – Guarani 1 x 4 Palmeiras

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

VAR

Ilbert Estevam da Silva

Item Técnico

01 – no 42º minuto da etapa inicial, ataque alviverde, Estevam lançou para Mauricio que: na disputa com defensor, ganhou a frente chutando-a para balançar a rede pelo lado de fora, rente poste esquerdo do goleiro, com grito de gol pelos torcedores.

Corretamente

Assistente 02: Fabrini Bevilaqua Costa (FIFA) sinalizou posição de impedimento, acatada pelo árbitro.

02 – Na segunda etapa, ouvindo pedido do VAR, para que revisasse a posição do alviverde Estevam, no lance em que um dos consortes finalizou pro fundo da rede.

Chegando: Vinicius viu, reviu, voltou pro campo, concordando com o posicionamento irregular do atacante palmeirense.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Bugre e 03 para Verdões, incluso o técnico Abel Ferreira, sempre provocador das decisões do árbitro e assistentes

7ª Rodada – Quarta Feira 05/02 – Santos 1 x 1 Botafogo

Árbitro: Matheus Delgado Candançan (FIFA)

VAR

Marcio Henrique de Gois

Item Técnico

Matheus Delgado Candançan acertou ao ouvir o VAR dirigindo-se até o monitor, para rever o lance penal cometido pelo defensor ribeirão-pretano Alisson no instante da disputa com o santista Guilherme acontecida próximo da risca da linha de fundo

Explano

Guilherme tem o poder da redonda, Alisson faz movimento conhecido por carrinho com braço esquerdo curvado e elevado; na tentativa de cruzar a movimentação da redonda é interrompida ao bater no braço do oponente, saindo pra linha do fundo.

Penalidade

Tiquinho bateu, bola fundo da rede, gol de abertura do placar

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Santistas e 05 a Botafoguenses, incluso preparador físico.

5ª Feira 06/02 – Palmeiras 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Daiane Muniz (FIFA)

Item Técnico

No último ataque palmeirense Estêvão driblou dois oponentes, sendo derrubado pelo terceiro dentro da grande área corintiana

De pronto

Raphael Claus perfeitamente, decide sinalizar penalidade máxima, Estêvão bateu, goleiro corintiano rechaçou, sendo tocada pra frente por um consorte e, fim do jogo.

Ressalto

O sempre indisciplinado e arrogante Abel Fernando Moreira Ferreira técnico alviverde, vociferou que na cobrança da penalidade máxima defendida pelo goleiro alvinegro, houve invasão na área grande, por este motivo deveria ser batida novamente

Discordo

Exibindo o determinado na regra 14 – Item 2: A cobrança da penalidade máxima deverá voltar quando a invasão tiver claro impacto sobre o batedor.

Concluo

Não foi o que se viu no episódio

Item Disciplinar  

Cartão Amarelo: 02 para Alvinegros

Vermelho: Correto depois do segundo e irresponsável amarelo provocado pelo corintiano Yuri, na tentativa enganar o árbitro, simulando, mesmo que distante, ter sido atingido por oponente.

Lembrando

O primeiro cartão amarelo por ter chutado o mastro da bandeira alviverde que marca o escanteio; apesar de não fazer parte das punições expostas na regra 12

Compreendo

Ter sido um ato de desrespeito ao estandarte da equipe oponente

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Coluna em Vídeo

Nela, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representa

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Política

A Sombra do PCC: Um Desafio Além do Crime

Em uma era onde a segurança pública se tornou um dos pilares fundamentais da sociedade brasileira, nos vemos diante de um fenômeno que transcende as barreiras tradicionais do crime organizado.

O Primeiro Comando da Capital (PCC), outrora uma simples facção nascida nos presídios paulistas, evoluiu para se tornar uma entidade quase onipresente, cujos tentáculos se estendem muito além das grades que inicialmente o confinavam.

Esta organização, que hoje opera em 22 estados brasileiros, em países vizinhos e até na Europa, não é apenas uma ameaça à lei e à ordem.

O PCC representa um complexo desafio à própria estrutura social e cultural do Brasil.

Sua influência permeia comunidades inteiras, moldando comportamentos, ditando regras de convivência e, em muitos casos, suprindo lacunas deixadas pelo poder público.

O “proceder”, código de conduta da facção, tornou-se uma constituição paralela em certas áreas, regendo não apenas as atividades criminosas, mas também aspectos da vida cotidiana.

Esta realidade sombria nos força a questionar: até que ponto o Estado brasileiro perdeu o controle de seus territórios mais vulneráveis?

A narrativa de resistência e solidariedade propagada pelo PCC encontra eco em comunidades marginalizadas, onde o sentimento de abandono pelo poder público é palpável.

Esta retórica, embora fundamentada em premissas criminosas, oferece um senso de pertencimento e identidade que o Estado falhou em proporcionar.

Mais alarmante ainda é a penetração cultural da organização.

Sua influência sobre a juventude, especialmente em áreas periféricas, representa uma ameaça geracional.

Quando o crime organizado se torna um modelo de ascensão social e econômica, estamos diante de uma falência não apenas da segurança pública, mas de todo um projeto de nação.

O desafio que o PCC apresenta vai muito além do combate armado ou da repressão policial.

Exige uma resposta abrangente, por parte da União, que aborde as raízes sociais, econômicas e culturais que permitem o florescimento de tais organizações.

Requer um Estado presente, não apenas em sua capacidade punitiva, mas em sua habilidade de oferecer oportunidades, educação e dignidade.

É imperativo que a sociedade brasileira e seus líderes reconheçam a complexidade deste fenômeno.

O PCC não é apenas um problema de segurança pública estadual, mas um sintoma de falhas sistêmicas mais profundas em nossa sociedade.

Somente por meio de um esforço conjunto, que envolva não apenas as forças de segurança, mas também educadores, assistentes sociais, líderes comunitários e a sociedade civil como um todo, poderemos começar a reverter esta situação.

O Brasil se encontra em uma encruzilhada.

O caminho que escolhermos para lidar com o PCC e organizações similares definirá não apenas o futuro da segurança pública, mas o próprio tecido social e cultural de nossa nação.

É hora de uma abordagem corajosa, inovadora e, acima de tudo, humana para enfrentar este desafio.

O futuro de gerações depende das ações que tomarmos hoje.

Dr. Roberto Conde Guerra; Titular do Jornal Flit Paralisante publicado dia 04/02/2025 

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.  

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Finalizando

“Quando não conseguir descobrir a diferença entre o respeito e a submissão estarás a poucos passos da escravidão”

José Ricardo M de Souza: Pensador

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SP-08/02/2025

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