Empresários felizes com a chegada de José Boto ao Flamengo

O currículo de José Boto, português contratado pelo Flamengo para assumir a chefia do departamento de futebol, fala por si: uma década trabalhando no Benfica, outro período no Shakhtar Donetsk.

Entrepostos conhecidos de esquemas com jogadores.

A maior parte deles, ligados a agentes de atletas brasileiros.

Kia Joorabchian entre eles.

Investigações, que resultaram em livro, tratam o Shaktar como célula utilizada pela máfia ucraniana, que teria chegado ao Brasil pela ação do franco-argelino Frank Henouda, um das aprovações necessárias para que Boto pudesse trabalhar no clube.

Rubronegros se ouriçaram ao saber que o novo gestor do futebol trabalhou muitos anos com Jorge Jesus, porém, neste momento, por desentendimentos comerciais à época, não são próximos.

A fama de Boto é tão conhecida que Marcos Braz tentou trazê-lo para o Flamengo ainda na gestão Landim.

Ninguém trabalha com o cartola sem hábitos semelhantes.

Recentemente, na Ucrânia, quando estava no Osijek, Boto teve o carro alvejado por sete tiros; o caso segue sendo investigado; a polícia trabalha, entre possibilidades, com tentativa de execução.

Nas recentes eleições, dissemos que o Flamengo trocou o péssimo pelo incerto, que, de cara, começa a demonstrar-se com objetivos assemelhados, pelo menos no futebol, aos da gestão anterior.

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