Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Acho que a leitura que faço, talvez seja realista demais para um mundo acostumado ao ilusório… Dizer a verdade é proibido! Pluft…”
Ronei Porto da Rocha: Pensador
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Em depoimento na CPI do Senado que aborda a Manipulação de Jogos e Apostas

Wilson Seneme ex-árbitro e atual presidente da CA-CBF, no meu entender, indiretamente deu razão ao empresário norte-americano John Textor dono da SAF Botafogo (RJ) que acusou o VAR Rafael Traci de não ter apontado ao árbitro Braulio da Silva Machado um ângulo (medida da abertura entre duas semirretas que possuem a mesma origem) na ocasião que solicitou a ida do árbitro para rever o lance expulsar o botafoguense Adryelson, em lance que o árbitro não tinha dado nem cartão amarelo.
Reportando
Falta aconteceu do lado esquerdo do ataque, pouco antes da linha lateral, com árbitro de frente e próximo do ocorrido.
Segue vídeo fragmento do depoimento
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7ª Rodada da Série A do Brasileirão 2024 – Sábado 01/06
Cuiabá SAF 0 x 1 Internacional (RS)
Árbitro: Anderson Ribeiro Goncalves (GO)
VAR
Rodrigo Nunes de Sa (FIFA-RJ)
Item Técnico – Fatos principais
1º – No 17º minuto da segunda etapa, disputa área do Cuiabá, bola rente ao gramado, dado instante defensor toca a mão direita na bola; prontamente, penalidade registrada, cuiabanos protestam fortemente alegando falta praticada por defensor do Internacional no lance ocorrido na linha intermediaria.
VAR
Solicitou ao árbitro rever no monitor; viu, reviu, que houvera, invalidou a marcação da penalidade, jogo seguiu.
2º – Por volta do 37º minuto da segunda etapa, bola esticada para dentro da área do Internacional, goleiro Roche domina com o pé direito, toque levemente para frente, no instante que prepara o chute, Eliel atacante da equipe cuiabano corre, e perigosamente, aplicou o denominado carrinho no goleiro
Distante
Do ocorrido, árbitro chegou tirando o cartão vermelho do bolso expulsando o goleiro, que, corretamente, contestou a decisão.
Novamente
VAR interveio, árbitro se achegou ao monitor, voltou pro campo anulando a eliminação do goleiro, advertindo Eliel com cartão amarelo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo:04 para Cuiabanos e 05 para Gaúchos, dentre estes: Luis Oscar Gonzalez, auxiliar técnico por se insurgir as determinações do árbitro
Opino
Árbitro necessita trabalhar nos jogos das séries B e C para colocar na pratica o que apreendeu na teoria; se progredir merece continuar, se não, que tenha autocritica, colocando-se no devido lugar, ou afastar-se de cabeça erguida..
Corinthians 0 x 1 Botafogo-RJ
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
Desempenho satisfatório do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Corintianos e 04 a Botafoguenses
Domingo 02/06 – Atlético SAF-MG 1 X 1 Bahia
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (FIFA-RJ)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
Trabalho natural do árbitro e assistente; partida bem disputada
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Cartão Amarelo: 06 para atleticanos e 04 para tricolores da boa terra.
São Paulo 2 x 0 Cruzeiro SAF-MG
Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR)
VAR
Wagner Reway (FIFA-ES)
Item Técnico
No 36º minuto da primeira etapa, corretamente, marcou a perigosa falta do cruzeirense Marlon quando do maldoso carrinho cuja perna esquerda acertou em cheio a canela(tíbia) esquerda do oponente Calleri.
Entretanto
Evidenciando não ser chegado a cumprir da regra 12 que determina a expulsão de quem pratica jogo brusco grave, no ato, exibiu o cartão amarelo.
Rapidinho
VAR avisou para que fosse ao monitor; lá chegando, observou, voltou pro campo retirando o amarelo, exibindo o vermelho
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para são-paulinos dentre estes: o técnico Luis Francisco Zubeldía e 02 para cruzeirenses
Vermelho: Após correta participação do VAR, direcionado ao cruzeirense Marlon.
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Coluna em Vídeo
Por conta de agenda, a versão em vídeo da Coluna não será publicada hoje, retornando, normalmente, na próxima semana.
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Política
Toffoli desafia Freud e a sensatez

Gilberto Freyre, morto há 37 anos, disse certa vez que o formalismo exacerbado leva os juristas a se isolarem da realidade brasileira. Precisariam de psicanálise para reencontrá-la. Hoje, o problema de certos ministros do Supremo Tribunal Federal não é o excesso, mas a ausência de liturgia.
A julgar pela desfaçatez com que se dedicam a rega-bofes e encontros com o lobismo político e empresarial, algumas togas já deram alta aos psicanalistas. Dias Toffoli é um dos que desafiam cotidianamente Freud e a própria sensatez.
A penúltima afronta de Toffoli ao recato produziu no Supremo a torrefação de R$ 39 mil. A verba pagou diárias internacionais de um agente de segurança que guarneceu as costas do ministro de 25 de maio a 3 de junho, no Reino Unido. Não há vestígio de interesse público na viagem.
No dia 1º, Toffoli compareceu à final da Champions League. Assistiu à vitória do Real Madrid sobre o Borussia Dortmund em camarote financiado pelo empresário Alberto Leite, dono da FS Security. Trata-se de um devoto de Bolsonaro, fã de Elon Musk e crítico de Alexandre de Moraes.
Antes, entre abril e maio, excursões de Toffoli por Londres e Madrid já haviam custado ao Supremo o desperdício de quase R$ 100 mil em diárias do segurança. Não foi o único. Tampouco será o último.
Em nota, a assessoria do ministro realçou que as viagens não afetam o ritmo de trabalho de Toffoli, que continua a proferir decisões e a participar das sessões plenárias, ainda que virtualmente.
Em despachos recentes, Toffoli cancelou as penas de Marcelo Odebrecht sem anular os benefícios empresariais obtidos a partir da delação do empreiteiro, anulou punições à Odebrecht e até à J&F, que nada tem a ver com a Lava Jato.
O Supremo talvez fizesse um bem a si mesmo se aplicasse em relação a Toffoli e outras togas assemelhadas a fórmula contida numa lei enunciada pelo ex-ministro da Fazenda e economista Mario Henrique Simonsen, segundo a qual é preferível pagar a comissão de certas obras para que os interessados esqueçam o projeto.
Mal comparando, pode ser mais vantajoso para o país que o Supremo pague as despesas de viagens internacionais e nacionais de Toffoli, desde que o magistrado seja dispensado de tomar decisões judiciais.
Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 06/06/2024 as 18h06
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Um juiz indigno corrompe o direito, ameaça a liberdade e a fortuna, a vida e a honra de todos, ataca a legalidade no coração, inquieta a família, leva a improbidade às consciências e a corrupção às almas”
Rui Barbosa: Ruy Barbosa de Oliveira foi um político brasileiro, jurista, advogado, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador.
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-08/06/2024
