Comissões temáticas do Corinthians fracassam na largada

Assim que assumiu presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians, o ex-policial Romeu Tuma Junior criou comissões de associados para acompanhar o trabalho das diretorias.
Uma espécie de gestão paralela.
O objetivo era pressionar o poder e abrir espaço, ainda que irrelevante, a quem gosta de holofote.
Porém, a realidade de impôs.
Muita gente pediu para sair – alguns cooptados pelos que deveriam fiscalizar.
Na comissão do futebol o desânimo é total.
Conselheiro, a quem protegeremos, concordou com a avaliação, postada há dias pelo blog, de que a atuação servirá somente para legitimar ações da diretoria.
“Você tem razão… se pedirmos os contratos, eles chegarão redondinhos… se existir alguma coisa errada não será documentada no clube”
O pensamento serve para os demais setores.
Poucos, de fato, querem se indispor com o poder, sabedores de que as benesses estão sendo fartamente distribuídas – por todos os lados.
Inclusive a membros destas comissões.
A adesão de ex-apoiadores da Renovação e Transparência surpreende até para os padrões conhecidos em Parque São Jorge.
Desde o baixo clero até o Tribunal de Justiça, principalmente entre os que possuem filhos empregados nas categorias de base.
Os poucos interessados em trabalhar não encontram nos pares o mesmo entusiasmo.
