Dorival e Neymar

Dorival Junior está com a faca e o queijo nas mãos para livrar a Seleção Brasileira da péssima influência de Neymar.
Pessoalmente, não gosta do atleta.
Esportivamente, poderá convocar a equipe sem a necessidade de explicar a ausência do jogador, que, machucado, somente poderia jogar em meados de setembro.
Nesse meio tempo, Copa América, Eliminatórias e Olimpíadas serão disputadas.
Será que não haverá tempo para montar um time competitivo?
Livrar o Brasil de Neymar seria bom para todas as partes.
Para o treinador, que passaria a mandar, de fato, na Seleção; para o time, que poderia ver surgir lideranças técnicas menos complicadas; para o próprio ‘Peter Pan’, que teria mais agenda a seus ‘afazeres’ particulares.
