Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Ninguém é mais odiado do que aquele que fala a verdade”

(PLATÃO – filósofo grego (427-347 A.C.)

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Neste sábado 21 de Outubro finda o prazo para adesão ao 7º encontro dos árbitros federados diplomados no ano 1960 e serial até 2012.

Os confrades que almejam se fazer presentes precisam efetuar o pagamento e confirmar presença com a Rita através do fone abaixo

Localização

Churrascaria Estância Marginal situada na Rua Catumbi 1393 esquina com Marginal Tiete – Pista em direção as Rodovias Dutra e Ayrton Senna – Telefone (11) 2692-2322

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A chapa intitulada “Recuperação, Seriedade e Experiência” tornou-se única inscrita para participar das eleições do SAFESP marcada para o dia 08 de Dezembro 2023

A oficialização da chapa única não indica que tudo se acomodou.

Abranjo que

Havendo um associado não contente com o desrespeito ao fincado no estatuto, poderá se socorrer da justiça fundamentando sua contestação e conseguir a interrupção do processo eleitoral

Observação

Passados muitos anos quero crer que os dois cabeças da chapa única tenham se reciclado e deixado de lado a arrogância e nariz empinado; por mim compreendido: Demonstrar de pseuda-superioridade.

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27ª Rodada da Série A do Brasileirão 2023 – Quarta Feira 18/10

Grêmio 1 x 2 Atletico-PR

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)

VAR

Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)

Item Técnico

Correto por ter anuído com o assistente 02: Thiago Americano Labes (SC) no momento em que sinalizou a posição de impedimento do atleticano Pablo no lance findado com a redonda no fundo da rede

Algumas oscilações nas marcações de falta, e, passando batido em outras.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para gremistas e 05 para atleticanos

Vermelho: Acatando a correta opinião do VAR, Luiz Flavio de Oliveira, retirou o segundo amarelo, dando o vermelho direto da gravíssima falta cometida pelo gremista e sempre nervosíssimo Reinaldo.

Goiás 2 x 0 São Paulo

Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

Desempenho normal do arbitro e assistentes.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para goianos e 04 para são-paulinos, dentre estes o técnico Dorival Júnior

Quinta Feira 19/10 – Palmeiras 0 x 2 Atletico-MG

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ

VAR

Wagner Reway (FIFA-PB)

Item Técnico

Poucas oscilações, sem influir no resultado

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para palmeirenses e 03 para atleticanos

No conjunto

Desempenho aceitável do árbitro e assistentes

Fluminense 3 x 3 Corinthians

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)

VAR

Rafael Traci (FIFA-SC)

Item Técnico

1º – Não consegui entender o que levou o boto-branco a apontar a marca da cal favorável a equipe corintiana no instante que o atleta Ruan simulou ter sofrido empurrão do oponente Marlon

Penalidade

Batida por Fábio Santos, findada no fundo da rede

2º – Pouco antes dos acréscimos da primeira etapa, entendo que o boto-branco deixou de marcar falta penal no instante que Fabio Santos defensor corintiano, pisou no pé do oponente Xavier.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para Tricolores das laranjeiras; dentre estes: o técnico Fernando Diniz e 04 para alvinegros; dentre estes: Sidnei de Espirito auxiliar técnico

Vermelho: Thiago dos Santos e Felipe Melo defensores do Fluminense: O primeiro depois do segundo amarelo; por ter divergido fortemente das decisões do assoprador de latinha. Felipe Melo: por ter saído com tudo do banco de reservas, dirigindo-se ao boto-branco acintosamente, estufando o peito contestando a não marcação de falta a favor de sua esquadra.

No todo

O péssimo trabalho desenvolvido pelo assoprador de apito, desencadeou muitas reclamações; principalmente, e com razão, dos tricolores das laranjeiras.

Cadê

A propalada autonomia do sempre político Wilson Seneme presidente da CA-CBF?

Ao que sei

Está falando muito através das lamentáveis lives, passando pano para os excessivos erros cometidos por seus subordinados, que: indiretamente são seus também! Né, não?

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Coluna em Vídeo

Por razões de agenda a versão em vídeo da Coluna não será publicada nesta data, retornando, normalmente, na próxima semana.

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Política

Mais dinheiro no cofrinho

Enquanto olhamos para a guerra, partidos trabalham para triplicar valor do fundo eleitoral

O mundo atemorizado com o Oriente Médio e por aqui suas altezas parlamentares quedam-se empenhadas em como solapar o Orçamento da União para financiar a eleição de prefeitos e vereadores no ano que vem.

Enquanto olhamos para o horror, os partidos aproveitam o momento de desatenção para o que se passa no Congresso Nacional para tocar adiante a ideia de triplicar o montante do fundo eleitoral em relação ao que receberam em 2022 – em muitos casos com mau uso que, depois, para todos se pede anistia.

No último pleito municipal foram R$ 2 bilhões, algo já exorbitante quando se trata da transferência de dinheiro público para associações de direito privado que deveriam buscar formas lícitas de se sustentar. Pois agora pretendem obter três vezes aquela soma.

Os mais modestos propõem R$ 5 bilhões, R$ 100 milhões a mais que os R$ 4,9 bilhões postos à disposição dos partidos na presidencial de 2022. Os menos recatados falam da necessidade de R$ 6 bilhões. O que, além da ganância e do total descompromisso com a realidade, justificaria tal pretensão?

Segundo os requerentes, precisam de muito dinheiro para conseguir fazer boas campanhas. Não passa por suas cabeças que o êxito das respectivas empreitadas na caça aos votos está diretamente ligado à melhoria do desempenho no atendimento às expectativas do eleitorado. Seria um estímulo a doações, uma das formas adequadas de arrecadação de recursos.

O governo, de modo cínico, oferece pouco mais de R$ 939 milhões, sabendo perfeitamente que o donativo não será aceito, pois considerado irrisório. Deixa o desgaste para o Parlamento a fim de disfarçar sua condição de sócio nessa expedição.

O Planalto não brigará muito pela contenção nem vai se empenhar pela inversão da lógica segundo a qual o cidadão é coagido a financiar de maneira descomunal representantes cuja última preocupação é a de corresponder à altura a obrigatoriedade do voto.

Dora Kramer – Publicado no UOL dia 20/10/2023

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*Chega da “desavergonhada corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, ministério público; idem funcionários públicos de todas as escalas e nos bastidores do futebol brasileiro”

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Finalizando

Nunca esqueçamos esta verdade fundamental: o Estado não tem fonte de dinheiro senão o dinheiro que as pessoas ganham por si mesmas e para si mesmas. Se o Estado quer gastar mais dinheiro, somente poderá fazê-lo emprestando de sua poupança ou aumentando seus impostos. Não é correto pensar que alguém pagará. Esse “alguém” é “você”. Não há “dinheiro público”, há apenas “dinheiro dos contribuintes”.

Margaret Thatcher: foi uma política britânica que exerceu o cargo de primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-21/10/2023

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