As provas, nunca exibidas, de que Falcão falou a verdade em 2000

Nos dias 06 e 13 de novembro de 2000, a ‘Isto É Gente’ publicou graves acusações contra Paulo Roberto Falcão, então comentarista da Rede Globo.

A revista disse que o ex-jogador havia sequestrado o próprio filho, Paulinho, da residência de sua ex-esposa, nos EUA.

Não era verdade.

Falcão ganhou a guarda definitiva do garoto no Brasil; a decisão foi cumprida pela Justiça americana após a mãe se recusar a entregar a criança.

Rosane Damázio iniciou então uma cruzada de mentiras que culminou com as publicações na ‘Isto É’, e, por conta delas, num depoimento da ex-parceira do comentarista em CPI.

A revista complementou as matérias com outros ataques ao ex-jogador, como a afirmação de que o casamento fora rompido pela descoberta – nunca comprovada, nem assumida – de que ele seria homossexual, e a especulação de uma acusação de assédio de uma funcionária da RBS que teria sido flagrada transando com o jogador na emissora.

Falcão entrou em depressão, como revelam depoimentos de amigos em ação judicial em poder deste blog.

Todos foram processados.

A ‘Isto É’ perdeu a ação e deve, até os dias atuais (pelo cálculo mais recente), mais de R$ 1,2 milhão em indenização.

Falcão comprovou, com documentos americanos, que incluem desde a ordem de resgate de Paulinho até depoimentos de um policial garantindo que Rosane estava foragida com o menino, estar falando a verdade.

Estas provas nunca foram publicadas.

Na última semana, Falcão foi acusado de assediar funcionária de um hotel em que estava hospedado; na sequência, pediu demissão do Santos, onde exercia cargo de Coordenador de Futebol.

Ele nega.

É impossível afirmar, antes do término das investigações, qual dos protagonistas desta história diz a verdade, mas, por conta dela, as publicações da ‘Isto É’ passaram a circular na internet como se fossem verdadeiras, razão pela qual o Blog do Paulinho resolveu expor os documentos, comprovadores de que, ao menos no escândalo de 2000, Falcão, crucificado à época pela mídia, estava com a razão:

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