O Brasil se despediu da Copa do Mundo, na primeira fase, após empatar com a simples Jamaica em zero a zero.

Um vexame que tem como culpada maior a treinadora Pia, profissional ultrapassada e incapaz de dividir protagonismo com Marta, a quem prejudica há quatro anos.

Tivemos uma primeira etapa com domínio territorial da Seleção Brasileira, porém, com grandes dificuldades em superar a excepcional marcação jamaicana.

O nervosismo pela necessidade do resultado também atrapalhava.

Marta, bem marcada, até tentava, mas pouco rendia.

Somente Tamiris conseguia jogar bem; foi dela a melhor chance, aos 38, bem defendida por Spencer.

Para tentar mudar o panorama, no retorno do intervalo, Bia Zaneratto entrou no lugar de Ary Borges.

Porém, o desempenho piorou.

Sem sequer uma oportunidade criada, somente aos 80, a péssima treinadora Pia decidiu modificar a equipe, e ainda fez errado.

Saíram Antônia, Luana e Marta para a entrada de Geyse, Duda Sampaio e Andressa Alves.

Retirar a Rainha, ainda que abaixo do nível habitual, faltando apenas dez minutos, num jogo decisivo, não tem explicação.

Nada, além do desespero, aconteceu.

Marta não merecia despedida tão melancólica, nem o desrespeito do qual é vítima desde que Pia assumiu, com a conivência da CBF, a Seleção.

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