Somente o City pode sair imortal da final da Champions

Somente um esporte com as características do futebol poderia alterar o tão esperado resultado desta final de Champions League que será disputada pelo imensamente favorito Manchester City contra a zebra, mas boa equipe, da Inter de Milão.
Mas é pouco provável que ocorra.
A última vez, no planeta, que um clube jogou futebol tão magnífico foi com o Barcelona de Lionel Messi, quando treinado por Guardiola, não por acaso o responsável pelo finalista inglês.
Historicamente, a Inter é maior que o City e poderá até vencer, mas não será lembrada como imortal.
“Apenas’ como gigante, que sempre foi.
Daqui a décadas, com a tríplice coroa na sala de Troféus – que poderá se tornar quádrupla após a conquista do Mundial, a lenda do MC estará, além de presente na memória dos que tiveram o prazer de assisti-lo, preservada em livros, documentários e arquivos diversos do futebol mundial.
Hoje é um dia para apreciar e, tudo indica, testemunhar a história sendo escrita, ou melhor, desenhada nas trocas de bola de uma equipe mágica e finalizações de um cometa implacável.
